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Junho 7, 2023No primeiro trimestre do ano, o serviço de TV por subscrição ganhou mais 128 mil assinantes, para 4,5 milhões, numa subida de 2,9% em comparação com o período homólogo em 2023, avança a ANACOM.
A entidade reguladora indica que o crescimento se deve às ofertas suportadas em fibra ótica (FTTH) que, desde 2018, tem sido a principal forma de acesso ao serviço. Nos três primeiros meses do ano, este tipo de oferta registou mais 244 mil assinantes, aumentando 9,6% e atingindo a marca dos 2,8 milhões.
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[photo-gallery id=”348918″ thumbnails=”348919,348920,348921″ layout=”linear”/]Além da captação de novos clientes, a “transferência para FTTH de clientes que anteriormente se encontravam suportados noutras redes” é outro dos motivos que explica o crescimento do serviço.
A ANACOM detalha que no primeiro trimestre do ano a FTTH correspondia a 61,7% do total de assinantes. Segue-se a TV por cabo, com 27,8%; a TV via satélite – DTH, com 7,8%; e o ADSL, com 2,7%. Durante o período em análise, 97% das famílias tinham acesso ao serviço de TV por subscrição: mais 2,7 pontos percentuais (p.p.) do que no mesmo trimestre em 2022.
O número de assinantes residenciais do serviço de TV por subscrição atingiu 4 milhões, com mais 103 mil (2,6%) que no trimestre homólogo. Este número representava 89,0% do total de assinantes, indica a ANACOM. Já os assinantes não residenciais correspondiam a 497 mil, 11% do total, tendo registado um crescimento de 5,5%.
Os dados partilhados pela entidade reguladora apontam para a MEO como o prestador com a quota de assinantes mais elevada(41,2%). Segue-se a NOS (36,9%), a Vodafone (18,9%) e a NOWO (2,9%).
“A MEO e a Vodafone foram os prestadores que, em termos líquidos, mais assinantes captaram face ao trimestre homólogo”, afirma a ANACOM, acrescentando que os operadores viram as suas quotas aumentar 0,5 p.p. e 0,4 p.p., respetivamente. As quotas da NOS e da NOWO diminuíram 0,7 p.p. e 0,3 p.p., respectivamente.
No que toca ao segmento residencial, a MEO contava com a quota mais elevada (39,7%), seguindo-se a NOS (38,0%), a Vodafone (19,0%) e a NOWO (3,1%). Por um lado, as quotas da MEO e Vodafone aumentaram 0,5 p.p. e 0,4 p.p., respetivamente. Por outro, as da NOS e NOWO diminuíram 0,6 p.p. e -0,3 p.p.
