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Junho 16, 2020Os mais recentes dados da Anacom revelam que os serviços fixos de redes de alta velocidade alcançaram os 2,9 milhões de clientes residenciais no fim do primeiro trimestre do ano. O valor representa um aumento de 9,8% face ao mesmo período em 2019.
A entidade reguladora refere que as zonas com mais crescimento durante os três primeiros meses do ano foram a região Centro, com mais 16%, os Açores, com um aumento de 14,9%, o Algarve, com mais 14,3%, o Alentejo, com 14,2%, e o Norte, com 10,5%. Pelo menos 8 em cada 10 novos clientes de redes de alta velocidade escolheram serviços de fibra ótica (Fiber to the Home – FTTH).
[photo-gallery id=”203427″ thumbnails=”203428,203429,203430,203431″ layout=”linear”/]No fim de março, aproximadamente 68,7% dos lares nacionais tinham subscrições a serviços de alta velocidade em lugar fixo. Com uma taxa de penetração de 87%, a área metropolitana de Lisboa lidera o “pódio”, sendo seguida pela Madeira, com 77,4%, e os Açores, com 75,4%.
De acordo com a Anacom, o Algarve, com 63,5%, o Centro, com 56,2%, e o Norte, com 65,6%, são as regiões nacionais em que a penetração de serviços de alta velocidade em lugar fixo é mais baixa.
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Ao todo, estima-se que cerca de 5,4 milhões de alojamentos nacionais estivessem cablados redes de alta velocidade. O valor significa uma subida de 4,1% face ao primeiro trimestre do ano anterior.
No fim do primeiro trimestre deste ano, a cobertura das redes de alta velocidade era de 85,5% dos alojamentos no final de março, mais 3,3% do que no período homólogo. A cobertura na área metropolitana de Lisboa e nos Açores encontrava-se acima da média, detalha a Anacom, realçando ainda o crescimento do número de alojamentos cablados no Centro, mais 9%, Madeira, mais 8,7%, e Alentejo, mais 6,9%.
O número de alojamentos cablados com fibra óptica registou um aumento de quase 5,1 milhões, mais 6,8% do que no trimestre homólogo. Já o número de casas cabladas com acessos de alta velocidade suportados em redes de TV por cabo aumentou 0,3% no último ano, totalizando 3,8 milhões. A cobertura deste tipo de redes era de 59,5%, o mesmo valor que há um ano.
