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Dezembro 7, 2021Um inquérito global realizado pela Boston Consulting Group e a The Network indica que cerca de 40% dos profissionais que trabalham em Tecnologias de Informação estão à procura de emprego de forma ativa e 75% esperam mudar o seu cargo atual num futuro próximo. O inquérito foi realizado a cerca de 10 mil profissionais da área tecnológica e publicado no relatório “Decoding the Digital Talent Challenge”. O objetivo é tentar compreender um dos sectores considerados mais competitivos a nível mundial e apoiar as empresas a reter o seu talento.
O estudo aponta as razões que levam os profissionais a querer mudar de funções, onde se destacam a oportunidade de progressão de carreiras (63%) e a procura de novos desafios (49%). Estes colaboradores procuram um melhor equilíbrio entre a sua vida pessoal e profissional, seguindo-se uma boa relação com os colegas de trabalho. A busca de melhores ordenados, assim como incentivos a longo prazo (incluindo compra de ações) também foram destacados.
Por outro lado, os profissionais salientam a diversidade e inclusão, assim como as questões ambientais que aumentaram de importância no último ano para 61% dos trabalhadores desta área. O estudo indica que 50% dos entrevistados afirma não querer trabalhar par empresas que não partilhassem as suas crenças sobre a diversidade e inclusão, enquanto 48% apresentam a mesma posição para as políticas ambientais da empregadora.
Veja na galeria os gráficos de apoio ao estudo:
[photo-gallery id=”276584″ thumbnails=”276585,276586,276587,276588,276589,276590,276591,276592,276593,276594,276595,276596″ layout=”linear”/]O trabalho remoto aumentou significativamente para funcionários da área tecnológica durante a pandemia, atingindo 76% dos profissionais no final de 2020, quando comparado aos 41% registados em 2018. E 95% dos inqueridos gostariam de manter alguma dessa flexibilidade, de trabalhar pelo menos um dia a partir de casa. Apenas 25% gostariam de trabalhar de forma totalmente remota e 75% preferem trabalhar com horários total ou parcialmente flexíveis.
Já a disponibilidade de sair do país caiu, registando agora 55%, menos 12% das respostas do inquérito feito em 2018. Mas 68% dos inquiridos estão disponíveis para trabalhar remotamente para um empregador sem presença física no seu país. Este valor é mais elevado que a média registada em outras áreas que não tecnológicas, que foi de 57%.
Segundo Eduardo Bicacro, Principal na Boston Consulting Group, sendo o sector da tecnologia um dos mais competitivos, as empresas devem compreender o que procuram os seus profissionais. “A pandemia veio derrubar barreiras físicas e a presença geográfica é um pormenor cada vez menos relevante na escolha de um emprego”. Afirma ainda que esta tendência global é uma realidade que tem vindo a observar em Portugal, destacando que é urgente oferecer opções adequadas aos trabalhadores.
Quanto aos países que lideram a procura de emprego remoto pelos profissionais, o estudo destaca os Estados Unidos, Reino Unido e Austrália. O Canadá é o país que lidera as preferências das deslocações físicas para trabalhar. Os países europeus, incluindo Alemanha, Suíça e França, viram a sua popularidade diminuir, enquanto Singapura e Nova Zelândia entraram no top 10 do ranking dos países considerados, refletindo a situação favorável da COVID-19 nestes países.
