Conheça com mais detalhe todos os segredos do telescópio Hubble
Junho 1, 2020Novo Samsung Galaxy Watch poderá ser revelado nos próximos dias
Junho 1, 2020O caso do já remota de 2017, quando a Apple foi acusada de “viciar” as baterias dos iPhones e diminuir a sua performance através de atualizações de iOS, “empurrando” os seus clientes para a procura de novos modelos e equipamentos. A empresa foi processada, levando-a a pagar 500 milhões de dólares nos Estados Unidos em indemnizações. Além disso, os utilizadores afetados teriam de receber 25 dólares, para o caso dos modelos iPhone 6, 7 e SE.
O caso teve repercussões em outros países que avançaram também com processos à Apple. Em 2018, a autoridade italiana para a competição do mercado (AGCM) instaurou uma multa de 10 milhões de euros à gigante de Copertino devido à manipulação de performance do iPhone. A empresa apelou contra o processo, mas o tribunal italiano negou o mesmo, destacando a falta de argumentos, avança o CPI (Competition Policy International).
Segundo a nota do processo, as mudanças na performance dos equipamentos devido ao estado de saúde das baterias deveriam imediatamente ser dadas a conhecer aos utilizadores de iPhone. Essas mudanças não foram listadas nas notas que acompanham as atualizações do software. “A conclusão da AGCM sobre as omissões e informações insuficientes das baterias dos iPhones pela Apple, até dezembro de 2017, resultou numa incorreta prática comercial, como listado no artigo 22 do Código do Consumidor”, é referido na sentença.
Foi ainda reforçado que essa omissão afetou a performance e duração de vida dos equipamentos, levando os consumidores a cometer erros na decisão de compra. Além disso, houve más práticas da Apple nas questões do uso correto do equipamento e respetiva substituição dos iPhones.
Ainda neste ano, a Apple concordou em pagar uma multa de 25 milhões de euros em França para evitar um processo judicial. Em questão estava uma investigação dos serviços antifraude franceses, a qual concluiu que existiram falhas de informação acerca das atualizações do sistema iOS nas versões 10.2.1 e 11.2. De acordo com a autoridade, a atuação da Apple é uma “uma prática comercial enganosa por omissão”.
