Sony assume participação na empresa de software da Palm
Outubro 9, 2002Microsoft aposta em nova aplicação de software empresarial
Outubro 9, 2002A Universidade de Carnegie Mellon recebeu um subsidio do Departamento de Defesa dos Estados Unidos para desenvolver o estudo de técnicas e ferramentas de combate ao cibercrime. O programa de financiamento tem uma duração prevista de cinco anos e 35,5 milhões de dólares e será empregue no Center for Computer and Communications Security.
Este centro já desenvolvia vários tipos de pesquisa sobre segurança e a forma de aplicar tecnologia de inteligência artificial a componentes informáticos para criar contra medidas eficazes em casos de ataques de hackers.
A pesquisa será agora alargada a formas de identificação biométrica, como impressões digitais e reconhecimento da íris ou do rosto e voz para confirmar a identidade dos utilizadores de computadores no acesso a sistemas mais críticos.
Pradeep Khosla, director do Centro de Investigação, explicou ao New York Times que os problemas de segurança sempre existiram, mas que o Terrorismo os tornou mais visíveis. Este responsável acredita que no futuro próximo iremos assistir a uma combinação de várias medidas diferentes para proteger os sistemas de acessos não autorizados, juntando processos de inteligência artificial com identificação biométrica e vídeo-vigilância.
A Universidade de Carnegie Mellon tem estado ligada a diversos projectos de pesquisa sobre segurança e a Internet e alberga o CERT, um centro de segurança para a Internet.
Notícias Relacionadas:
2002-10-03 – Governo norte-americano revela lista das vulnerabilidades informáticas mais comuns
2002-02-19 – Governo norte-americano apresenta relatório de Cibersegurança
2002-02-13 – CERT avisa que protocolo para dispositivos de redes tem várias vulnerabilidades
