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Abril 8, 2022Uma nova análise ao ciclo de vida das páginas falsas usadas esquemas de phishing revela que revela que um terço deixa de existir em menos de um dia. A tendência dificulta a deteção e bloqueio das páginas, o que pode aumentar o perigo para os utilizadores.
De acordo com um estudo levado a cabo pela Kaspersky, onde foram analisadas 5.307 páginas de phishing entre 19 de julho e 2 de agosto de 2021, 1.784 dos links deixaram de estar ativos após o primeiro dia de monitorização, sendo que vários foram removidos em poucas horas. Os investigadores detalham que, após 13 horas do início da monitorização, um quarto das páginas falsas estavam offline e metade dos sites não estiveram ativos durante mais de 94 horas.
Segundo os especialistas, a vida útil de uma página de phishing vai depender do tempo necessário para que os administradores dos servidores as identifiquem e eliminem. À medida que o tempo passa, aumenta a probabilidade de entrarem em bases de dados antiphishing, reduzindo as hipóteses de fazerem vítimas.
Uma vez que o ciclo de vida dos ataques de phishing é curto, os cibercriminosos tentam ser rápidos nos seus ataques. De modo geral, os criminosos tendem a criar novas páginas, sendo raro vê-los a fazer alterações a uma página já publicada para que esta não seja bloqueada.
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Além disso, os investigadores indicam que há um método que cria elementos de código gerados aleatoriamente, invisíveis para o utilizador, e que impedem os mecanismos de antiphishing de realizarem o bloqueio das páginas por tempo indeterminado.
A propósito de ataques de phishing, em março, os investigadores da Trustwave, deram conta de um novo esquema que usa emails com anexos que è primeira vista parecem “inofensivos” para infetar computadores com o malware Vidar.
O SAPO TEK reuniu alguns dos exemplos mais recentes de ataques de phishing, que pode verificar nas imagens da galeria abaixo
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