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Maio 12, 2022Já são conhecidos os mapas da progressão das infeções por COVID-19 desta semana, partilhado pelo Centro Europeu de Prevenção e Controlo de Doenças (ECDC, na sigla em inglês). A maioria da Europa ocidental continua pintada a vermelho escuro, a cor que corresponde à existência de mais de 300 casos positivos de COVID-19 por 100 mil habitantes.
Portugal, França, Itália continuam a ser os países totalmente cobertos a vermelho, mas Espanha tem vindo a aumentar as regiões a vermelho e laranja na zona a nordeste. Os países da Europa de Leste continuam pintados a verde e amarelo, apresentando algumas melhorias.
Veja na galeria os mapas da expansão da COVID-19 na Europa:
[photo-gallery id=”287661″ thumbnails=”297033,297034,296080,296081,295417,295418,294695,294696,293822,293823,292913,292914,292060,292061,291061,291062,291065,291066,287682,287662,287663,287664,275963,275962,275960,275959,275196,275197,275198,275194,275191,258218,277042,277043,277044,277039,277038,277040,277035,277037,275193″ layout=”linear”/]Segundo o website estatístico Our world in Data, Portugal já é o país da União Europeia com mais novos casos diários de infeções de COVID-19. Com uma média diária de 1.150 novos casos por milhão de habitantes, o país surge à frente da Alemanha com 826 novos casos e a Finlândia com 766. Relativo ao número de mortes, Portugal ocupa o oitavo lugar com 1,97 óbitos na última semana. Já a Finlândia é o país que registar uma maior média, com 5,4 óbitos a sete dias.
Portugal já atingiu um índice de transmissibilidade (Rt) de 1,17 e segundo um relatório do Instituto Superior Técnico, já se começa a falar de uma sexta vaga de COVID-19 no país. O documento afirma que a eliminação do uso de máscaras está relacionada com o aumento acentuado do número de casos. Consideram que a medida foi acertada no âmbito escolar, mas está a provocar o aumento de contágios em ambiente laboral.
“A sua eliminação em contexto laboral e a não recomendação de teletrabalho quando este é possível, provoca um excesso de contágios que, segundo os nossos modelos, está a contribuir fortemente para a subida presente de infeções”, é referido no documento destacado na Lusa.
