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Junho 23, 2023Nos últimos 12 meses, 8,8% dos portugueses jogaram online, valor que aumenta para os 13,2% tendo em conta o universo masculino e baixa para 4,7%, no caso do feminino. Limitando os dados apenas à população jovem adulta, a prevalência chega aos 19,8%, atingindo os 30% nos homens e os 9,5% nas mulheres.
Os valores são particularmente acentuados no grupo entre os 15 e os 24 anos, em que cerca de um quarto afirma ser adepto dos jogos eletrónicos, aponta o V Inquérito Nacional ao Consumo de Substâncias Psicoativas na População Geral, promovido pelo Serviço de Intervenção nos Comportamentos Aditivos e nas Dependências (SICAD).
As conclusões do relatório, que teve início em 2001 e foi replicado em 2007, 2012, 2016/17 e em 2022, indicam ainda que a prevalência de jogo eletrónico nos últimos 30 dias é de 6,9% para a população total, sendo os jogos de ação e aventura (3,4%) e os desportivos (3,3%) os mais apreciados.
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Tendo em conta apenas a população jogadora nos últimos 30 dias, as mulheres apresentam uma prevalência de jogo superior à dos homens nos jogos mentais, quebra-cabeças e de perícia, nos jogos de simulação e nos jogos de plataformas.
O inquérito também analisou o uso de internet, concluindo que subiu em quase 20 pontos percentuais o número de utilizadores entre 2017 e 2022 na temporalidade últimos 12 meses, passando de 60,4% para 79,6%.
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Destacando que a análise dos números não pode deixar de ter em conta o contexto pandémico dos últimos anos, o relatório mostra uma prevalência de uso de internet mais elevada entre os mais jovens (15-24 anos). Chega quase à totalidade da população deste grupo etário (98,4 %), quer entre os rapazes (98,2 %) quer entre raparigas (98,6 %).
Os valores são consideravelmente mais baixos entre os 65 e os 74 anos, onde a prevalência é de um terço, salienta-se.
Realizado desde 2001 com o objetivo de fazer o retrato dos comportamentos e consumos de risco e dependências dos portugueses, o V Inquérito Nacional à População Geral, Portugal 2022 é promovido pelo SICAD em colaboração com o CICS NOVA, sendo utilizado para a definição de políticas, práticas e intervenções na área dos CAD no país.
