A partir de 2023 metade das bolsas de doutoramento da FCT vão ser em ambiente não académico
Dezembro 20, 2022Projetos portugueses de astronomia ganham mais espaço para internacionalização com a União Astronómica Internacional
Dezembro 20, 2022A ANSOL reconhece que as redes sociais têm um papel cada vez mais importante nas instituições públicas, permitindo que haja um canal de comunicação direto com o público, mas defende uma abordagem mais abrangente.
A ideia é que as instituições públicas não se limitem às plataformas mais conhecidas, como o Twitter, Facebook, YouTube ou Instagram, já que isso tem implicações para quem não quer usar essas redes e ao mesmo tempo “serve indiretamente de publicidade a estas empresas e incentiva a sua utilização“.
“Hoje em dia há alternativas, como o Fediverso, que estão a crescer em popularidade e que já são utilizadas por várias instituições públicas europeias“, indica a ANSOL em comunicado. A associação lembra que o Fediverso é uma rede de várias aplicações independentes, como o Mastodon, que comunicam entre si usando um protocolo comum e que existe a opção dos utilizadores operarem o seu próprio servidor ou de se juntarem a servidores existentes.
“Ao se juntarem ao Fediverso, as instituições públicas passam a contribuir para uma rede de comunicação independente e soberana, livre da influência e controlo das megacorporações que gerem as redes sociais privadas. O público deixa de ser obrigado a ceder a sua informação pessoal a estas entidades para poder acompanhar as comunicações das instituições públicas”, afirma a associação.
Para promover esta ideia a ANSOL lançou a campanha FediGovatravés da qual quer aumentar a sensibilização para este problema e oferecer oportunidades concretas às instituições e ao público.
Na iniciativa os cidadãos são incentivados a contactar as instituições públicas para pedir que divulguem as suas comunicações no Fediverso.
