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Fevereiro 18, 2021Desde de 2007 que o Parlamento Europeu analisa as perceções e as perspetivas dos cidadãos dos Estados-membros da União Europeia sobre as suas vidas, os seus países e as instituições comunitárias através do seu eurobarómetro. Os dados do Parlómetro de 2020 destacam as mudanças num ano fortemente marcado pela pandemia de COVID-19, incluindo na utilização da Internet.
O documento detalha que 76% dos cidadãos da UE acedem à Internet em casa diariamente ou quase todos os dias: um valor que representa uma subida de 5 pontos percentuais em relação a 2019. Já na Grécia e na Suécia as percentagens “saltam” para os 97%. Por outro lado, 13% dos inquiridos nunca a usam em casa e 2% não têm mesmo acesso à Internet.
[photo-gallery id=”234805″ thumbnails=”234806,234807,234808″ layout=”linear”/]Os dados demonstram que Portugal faz parte de um grupo composto pela Roménia, Bulgária e Itália onde a percentagem de cidadãos que nunca acede à Internet em casa é mais elevada, neste caso com 22%. Além disso, 5% dos inquiridos portugueses afirmam que não têm Internet no local onde habitam.
Durante o webinar organizado pelo Gabinete do Parlamento Europeu, onde foram debatidos os resultados do Parlómetro de 2020, Pedro Magalhães, politólogo e investigador do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, sublinhou que os resultados portugueses são motivo de preocupação.
[related-post id=”230445″ post_type=”post” /]O especialista indicou que os dados nos dão uma “ideia do que é que significa hoje a situação de teletrabalho e, em particular, das aulas online para um país como Portugal”, realçando o “potencial brutalmente inigualitário” do contexto atual.
Olhando para as diferenças na utilização da Internet na totalidade dos Estados-Membros, é possível constatar que os europeus com idades entre os 15 e os 24 anos são quem mais acede à Internet diariamente ou quase todos os dias, com um valor na ordem dos 94%. Segue-se a faixa etária dos 25 aos 30 anos, com 92%.
No que toca à escolaridade, os níveis mais altos de utilização surgem em os estudantes, com uma taxa de 97%. Por contraste, o grupo de inquiridos que deixaram a escola por volta dos 15 anos de idade conta com um nível de utilização diário mais baixo, com 37%. Já no que respeita ao género, 74% das mulheres e 78% dos homens inquiridos afirmam aceder à Internet diariamente.
