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Maio 10, 2024No primeiro aviso do género desde 2005, há um alerta para a possibilidade de existência de uma tempestade geomagnética severa a partir desta sexta-feira e até ao próximo domingo, dia 12 de maio.
Emitido pelo Centro de Previsão do Clima Espacial, nos Estados Unidos, esta “forte tempestade solar” resulta do aumento da atividade do Sol, à medida que o astro-rei se aproxima do máximo do seu ciclo de 11 anos. Estas tempestades ocorrem quando erupções solares e ejeções de massa coronal (CME na sigla em inglês) afetam a magnetosfera da Terra.
A tempestade que se aproxima recebeu a classificação “Severa (G4)” e gerou um “alerta de tempestade geomagnética”, pela primeira vez desde janeiro de 2005 em que tal aviso foi emitido.
O centro prevê que, pelo menos, cinco CME tenham “saído” em direção à Terra, podendo chegar ao longo do dia desta sexta-feira, 10 de maio, e domingo, 12 de maio.
De acordo com o centro de previsão norte-americano, o Sol produziu uma forte explosão solar na quinta-feira, de classe X1.1. Recorde-se que a classe X denota as explosões mais intensas, enquanto o número fornece mais informações sobre a sua força. Já hoje, foi documentada uma explosão solar ainda mais forte, classificada como X2.2.
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As consequências menos boas podem ser perturbadoras, desde interferências nos sistemas de navegação até danos em infraestruturas como redes elétricas e comunicações.
A comunidade científica está atenta aos possíveis impactos imediatos da tempestade, mas também destaca os possíveis efeitos sem os transtornos infraestruturais associados. Isto porque, pela positiva, a tempestade poderá desencadear belas e vibrantes auroras perto dos polos magnéticos da Terra.
Enquanto não há registos novos, veja na galeria as belíssimas imagens destacadas no Northern Lights Photographer of the Year 2023.
[photo-gallery id=”371751″ thumbnails=”371753,371754,371755,371756,371757,371758,371759,371760,371761,371762,371763,371764,371765,371766,371767,371768,371769,371770,371771,371772,371773,371774,371775,371776,371777″ layout=”linear”/]Recorde-se que, em mais um pico de atividade, o Sol está a ser “varrido” por tempestades, ventos e ejeções de massa coronal capazes de levar as sempre deslumbrantes auroras boreais a partes do mundo menos prováveis.
