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Agosto 21, 2024O telescópio “veterano” Hubble ainda tem muita ciência para dar a conhecer e nada como mais uma imagem adicionada ao seu já extenso álbum fotográfico para o provar.
Localizado a cerca de 160.000 anos-luz de distância na constelação Dorado, o aglomerado N11, na Grande Nuvem de Magalhães, é considerado uma das regiões mais fascinantes do universo. Descoberto em 1956 pelo astrónomo Karl Gordon Henize, é um complexo de nebulosas de emissão que abriga tanto estrelas antigas como novas, criando uma mistura dinâmica de atividade estelar.
Com a sua Advanced Camera for Surveys, o Hubble captou recentemente uma nova imagem dessa região, revelando filamentos de gás intricados que se entrelaçam parecendo nuvens de algodão brilhantes.
Veja na galeria esta e outras imagens registadas pelo Hubble
[photo-gallery id=”349684″ thumbnails=”394021,391098,391099,391100,386603,384526,384210,384211,384212,378151,377741,374854,373343,371631,371632,368146,359963,349687,349686,349694,349688,349693,349700,349701,349695,349702,349703,349696,349692,349704,349698,349705,349706,349697,349685,349683″ layout=”linear”/]Estas estruturas são constantemente esculpidas pelos ventos e explosões de supernovas, que criam enormes cavidades na névoa estelar, nota a NASA. Formadas pela intensa atividade das estrelas jovens e massivas, as bolhas conferem à região uma coloração rosa-cereja que tem cativado os astrónomos.
A nova imagem do Hubble demonstra a complexidade de N11, permitindo aos cientistas mapearem as diferenças entre as áreas que continuam a formar estrelas e aquelas que cessaram esse processo.
Ffacilitado pelas capacidades únicas do Hubble, o estudo detalhado dessa diversidade estelar contribui para um maior entendimento sobre a evolução das estrelas e das galáxias anãs como a Grande Nuvem de Magalhães, destaca a NASA.
