Não é a primeira vez que executivos do Facebook referem a necessidade dos Governos aumentarem as medidas em matéria de regulação das gigantes digitais, cujas práticas são criticadas com frequência, em particular no que diz respeito à proteção de dados ou a divulgação de informações falsas.
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Nick Clegg, que foi vice-primeiro-ministro do Reino Unido entre 2010 e 2015, insistiu no facto de que grupos como o Facebook devem usar sua “experiência” para defender essas regulamentações em vez de se opor a elas.
Na sua opinião, há uma “necessidade urgente de novas regras de comportamento”, seja em termos de privacidade, proteção de dados ou discurso de ódio.
Interferência russa no Brexit? Não há evidências
Em resposta a uma pergunta sobre o referendo do Brexit de 2016, o porta voz do Facebook afirmou não ter “nenhuma evidência” de interferência russa.
“Embora eu entenda por que as pessoas querem reduzir este terremoto na política britânica a um complot ou conspiração, ou ao uso das redes sociais, temo que as raízes do euroceticismo britânico sejam muito mais profundas”, disse ele.
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O Facebook é regularmente acusado de não fazer o suficiente para impedir a disseminação de informações falsas, especialmente durante períodos eleitorais em diferentes países.
A rede social também foi criticada após vários escândalos sobre o uso de dados privados e, em particular, uma quebra na segurança do seu sistema de mensagens criptografadas WhatsApp.