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Março 15, 2024Vários países africanos estão a registar falhas no acesso à Internet. De acordo com informação da Cloudflare, as disrupções, que se registam desde ontem, dia 14 de março, estarão a ser causadas por um conjunto de falhas nos cabos submarinos na região.
A par dos dados pelo Cloudflare Radar, a NetBlocks dá também conta das disrupções que impactam os cabos WACS (West Africa Cable System), MainOne, SAT3 and ACE (Africa Coast to Europe).
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Segundo os especialistas da Cloudflare, os dados registados mostram a evolução das disrupções, que começaram por afetar o sul do Senegal, estendendo-se depois a países como Gâmbia, Guiné e Libéria.
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[photo-gallery id=”381067″ thumbnails=”381068,381069,381070,381071,381072,381073,381074,381075,381076,381077,381078,381079″ layout=”linear”/]Depois da região de Niger, as falhas no acesso à Internet afetaram a Nigéria, Benim, Camarões e Togo. Quase em simultâneo, a rede da operadora sul-africana Vodacom registou uma disrupção significativa, tendo recuperado horas depois.
Os cabos submarinos desempenham um papel importante no acesso à Internet e estima-se que sejam responsáveis por suportar mais de 90% do tráfego de dados intercontinental. Atualmente existem 529 cabos submarinos ativos e 1.444 estações que estão ativas ou em construção, indica a Cloudflare.
[related-post id=”380649″ post_type=”post” /]Recorde-se que, ainda esta semana, ficou concluída a amarração do cabo de fibra ótica 2Africa, conhecido como cabo Facebook, na estação de cabos submarinos da Altice em Carcavelos.
O projeto 2Africa junta um consórcio de oito parceiros, com empresas de telecomunicações e a Meta, com o maior cabo submarino do mundo. Com 45 mil quilómetros de extensão, o cabo submarino vai ligar 33 países, cinco na Europa, 19 em África, sete no Médio Oriente e dois na Ásia.
Esta semana foi também assinado o contrato para a construção do anel de cabos submarinos entre Portugal continental, Madeira e Açores (CAM). O contrato prevê um investimento de 154,4 milhões de euros para a conceção, construção, fornecimento, instalação e entrada em exploração do cabo de fibra ótica submarino de telecomunicações. A construção vai ficar a cargo da Alcatel Submarine Networks e a Infraestruturas de Portugal assume a operação.
