State of Play: Sony anuncia Marvel’s Spider-Man para PC
Junho 3, 2022Opinião: Recompensar para corrigir – em defesa de um programa nacional de recompensa de identificação de vulnerabilidades em serviços de TI do Estado
Junho 3, 2022A decisão da Anatel foi conhecida ontem e dá aos operadores brasileiros um prazo adicional de 60 dias para terem a rede de 3,5 GHz, a principal frequência do 5G, disponível nas principais cidades do Brasil. As obrigações do concurso impunham que a tecnologia fosse ativada até julho de 2022, mas agora a Claro, TIM e Vivo têm mais 60 dias para colocarem os serviços em funcionamento.
Segundo a informação partilhada, o adiamento já foi uma recomendação da Entidade Administradora da Faixa de 3,5 GHz e do Gaispi, grupos que coordenam a limpeza da faixa de 3,5 GHz. Esta vai estar livre só a partir de 29 de agosto, e agora a obrigação de ativar o 5G standalone estende-se até 29 de setembro.
A Anatel tinha definido que as operadoras que conseguiram licenças 5G deviam ter pelo menos uma estação rádio-base (antena) com 5G na frequência de 3,5 GHz para cada 100 mil habitantes nas capitais brasileiras, aumentando a densidade de forma progressiva até chegarem a uma antena para cada 15 mil habitantes nos municípios com mais de 30 mil habitantes até 2029.
[related-post id=”275954″ post_type=”post” /]O atraso está ligado à demora na libertação das frequências de 3,5 GHZ, já que a utilização da TV por satélite pode causar interferências, mas também com os problemas de entrega de equipamentos que decorrem da pandemia da COVID-19 e do encerramento de várias províncias na China e da escassez de semicondutores.
Devido aos problemas de sobreposição das faixas, vão ter de ser trocados descodificadores e antenas parabólicas dos utilizadores que usam TV aberta por satélite, sendo estes equipamentos fornecidos gratuitamente para as famílias que estão inscritas no programa CadÚnico, que abrange beneficiários de programas sociais.
[related-post id=”298233″ post_type=”post” /]Para já as operadoras brasileiras estão a usar outras faixas para avançar com o 5G, enquanto o espectro do 3,5 GHz não está disponível. A Vivo já está a operar na faixa dos 2,3 GHz, com cobertura da cidade de Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo, enquanto a Claro garante ter cobertura em 54 cidades com o 5G DSS (Dynamic Spectrum Sharing que permite partilha de equipamentos com o LTE) na mesma frequência. A TIM também ativou uma rede 5G standalone na frequência de 2,3 GH, em Curitiba.
