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Setembro 22, 2017Em 2016, pela primeira vez na história, o streaming gerou mais receitas para a indústria musical norte-americana do que quaisquer outras formas de distribuição. E a tendência, de acordo com os registos, é que a diferença para os CDs e para as compras digitais aumente.
Já na primeira metade de 2017, com 4 mil milhões de receitas geradas neste sector artístico (mais 17% do que no período homólogo), o streaming apresentou-se como sendo responsável por 62% desse valor. Os números são da Recording Industry Association of America (RIAA). A associação é a representante oficial das editoras discográficas dos EUA.
Segundo esta mesma fonte, existem já cerca de 30 milhões de subscritores pagos em serviços de streaming de música no país.
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Apesar deste crescimento, que tem vindo a manifestar-se de forma constante, as vendas de formatos físicos não foram afetadas de forma proporcional. De acordo com a RIAA, este segmento caiu apenas 1% relativamente ao mesmo período do ano passado. As vendas têm-se mantido constantes graças aos resultados positivos dos vinis, embora os CDs continuem a cair residualmente.
A forma de distribuição que mais tem quebrado nos últimos meses é a venda digital de músicas individuais. Na primeira metade do mês o formato caiu mais de 24% relativamente ao período homólogo. Note, no entanto, que este meio não beneficia de algumas das outras formas de gerar receitas que o streaming tem, como a publicidade e o rádio digital.
Mais importa dizer que, com este crescimento, 2016 foi o melhor ano para a música desde 2009, no que às vendas diz respeito, mas 2017 segue-se no encalço para superar os 7,7 mil milhões registados na altura.
