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Agosto 6, 2021A Huawei continua a demonstrar grandes dificuldades operacionais desde que o governo de Donald Trump colocou a empresa na lista negra. Nos seus últimos relatórios financeiros tem sido visível as quedas graduais das receitas da gigante chinesa, mas a mais recente nota, relativa ao segundo trimestre do ano, mostra uma quebra de 29%. A área do consumo é o principal motivo do “afundanço”, o que levou à sua saída do top 5 das fabricantes que mais vende pela primeira em sete anos. A Xiaomi foi uma das fabricantes que mais beneficiou, assumindo-se agora como a líder das que mais vende.
A Reuters avança que as suas receitas caíram quase um terço nesta primeira metade de 2021. A empresa tem vindo a adaptar-se com novos negócios, mas estes ainda estão em fases iniciais, sem impacto imediato nas suas contas, tais como software. A Huawei registou receitas de 320,4 mil milhões de yuan (41,96 mil milhões de euros).
A área de consumo, que inclui o negócio dos smartphones, caíram 47%, para 135,7 mil milhões de yuan (16,76 mil milhões de euros). É referido, pelas estimativas da consultora Canalys, que a Huawei tenha colocado nas lojas 6,4 milhões de unidades neste trimestre. No segundo trimestre de 2020 a Huawei tinha expedido 27,4 milhões de equipamentos. A empresa lançou recentemente no mercado chinês o seu mais recente smartphone P50, ainda sem planos globais. E já é considerado o smartphone com a melhor câmara fotográfica no mercado.
Veja imagens do Huawei P50 na galeria:
[photo-gallery id=”249827″ thumbnails=”249828,249829,249830,249831,249832,249833,249834,249835,249836,249837,249838,249839,249840,249826″ layout=”linear”/]O lucro líquido cresceu 0,6%, para 9,8%, devido a melhoramentos de eficiência, disse o representante da empresa. Eric Xu, chairman rotativo da Huawei, citado pela Reuters, diz que “já definimos os nossos objetivos estratégicos para os próximos cinco anos. O nosso objetivo é sobreviver, e fazê-lo de forma sustentável”.
Em contraste com o negócio de consumo, a área empresarial da Huawei cresceu 18% na primeira metade do ano, para 42,9 mil milhões de yuan (6,62 mil milhões de euros). A empresa beneficiou das necessidades inerentes à pandemia, nomeadamente a procura de serviços de comunicações e informação. O seu negócio de cloud também cresceu, duplicando os resultados do primeiro trimestre, ocupando agora 20% da quota do mercado chinês.
