Project Leonardo: Sony apresenta comando para a PlayStation 5 desenhado para jogadores com deficiências físicas
Janeiro 5, 2023Óculos RayNeo X2 são a nova aposta da TCL para experiências de realidade aumentada
Janeiro 5, 20232022 foi um ano marcado pela desaceleração do consumo tecnológico, mas os especialistas da GfK anteveem um cenário de recuperação e estabilização deste mercado em 2023.
Os especialistas detalham que, depois de 2021, onde foram registados resultados recorde em matéria de vendas de Tecnologias e Bens de Consumo Duráveis (TCG), 2022 ficou marcado pelos efeitos de saturação do mercado, assim como pela inflação e conjunturas político-económicas, como a guerra na Ucrânia e o impacto da estratégia de COVID-zero, que vigorou até dezembro do ano passado na China.
Segundo a GfK, a aposta contínua das marcas no desempenho dos produtos e a importância dada pelos consumidores ao custo-benefício na hora de fazer novas compras tecnológicas, são as principais razões que podem dar início a um processo de recuperação e estabilização do mercado em 2023.
Entre as outras razões apontadas destacam-se a necessidade de trocar de equipamentos adquiridos no início da pandemia, sobretudo smartphones, além do crescimento dos mercados dos países asiáticos emergentes e do Médio Oriente.
Os dados partilhados pela consultora realçam também alterações nas prioridades dos consumidores durante o terceiro trimestre do ano passado, em grande parte devido à inflação nos preços. De acordo com os especialistas, há mais consumidores a fazer compras de produtos e bens de consumo tecnológicos porque necessitam de substituir aqueles que têm em casa.
Por outro lado, menos 1,4% dos consumidores optam por atualizar produtos ainda funcionais. Os consumidores estão também à procura de produtos mais baratos, tanto no segmento básico como no premium.
Olhando para o volume de negócios por mercados mundiais, entre outubro de 2022 e 2021, os resultados de vendas de Tecnologias e Bens de Consumo Duráveis registaram diminuições de 13% nos países asiáticos desenvolvidos, de 12% na Europa Ocidental e de 7% na Europa de Leste e na América Latina.
Já os mercados asiáticos emergentes e do Médio Oriente e África foram os únicos a registarem crescimentos, de 13% e 0,1%, respetivamente. No entanto, apesar dos resultados mais positivos, a GfK detalha que o crescimento não compensa o o desenvolvimento negativo noutros mercados.
Nota de redação: A notícia foi atualizada com mais informação. (Última atualização: 11h46)
