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Outubro 11, 2022Em passagens de um discurso previsto para terça-feira, divulgadas com antecedência, Fleming refere que, enquanto que o Reino Unido e os países aliados querem desenvolver a ciência e tecnologia para promover a prosperidade, o regime chinês está a usar o poderio financeiro e científico para “ganhar vantagem através do controlo dos mercados, dos que se encontram na sua esfera de influência e dos seus próprios cidadãos”.
A GCHQ acredita que as moedas digitais do Banco Central da China permitem ao Estado monitorizar os hábitos dos utilizadores e potencialmente evitar sanções internacionais como as que a comunidade internacional impôs à Rússia devido à invasão da Ucrânia. Outro exemplo é o sistema de satélites BeiDou, que a agência receia ser usado pelo PCC para controlar ou impedir outros países de aceder no caso de um conflito e potencialmente para localizar indivíduos.
Jeremy Fleming, Director da Government Communications Headquarters (GCHQ), a agência de inteligência, cibersegurança e segurança do Reino Unido, vai falar em Londres como orador convidado da palestra anual do instituto de estudos britânico no Royal United Services Institute.
“A liderança chinesa acredita que retira a sua força, a sua autoridade, do sistema fechado e unipartidário. Eles procuram ganhar vantagem através da escala e do controlo. Isto significa que veem oportunidades de controlar o povo chinês em vez de procurarem formas de apoiar e libertar o potencial dos cidadãos. Eles veem países como potenciais adversários ou como potenciais clientes estatais, para serem ameaçados, subornados, ou coagidos”, vai dizer
[related-post id=”317381″ post_type=”post” /]Subjacente nesta abordagem, segundo Fleming, está um “sentimento de medo”. “Medo dos seus próprios cidadãos, da liberdade de expressão, comércio livre, regras tecnológicas abertas e alianças – toda a ordem aberta e democrática e o sistema internacional baseado em regras”, acrescenta. No discurso, também vai falar da guerra na Ucrânia, e critica a “estratégia de alto risco” de Moscovo “que está a conduzir a erros estratégicos”.
“Sabemos – e os comandantes russos no terreno sabem – que os abastecimentos e munições estão a esgotar-se. As forças russas estão esgotadas. A utilização de prisioneiros para reforçar, e agora a mobilização de dezenas de milhares de recrutas inexperientes, reflete uma situação desesperada. E a população russa também começou a compreender isso”, revela.
