ONU prevê que mercado de IA deverá atingir mais de quatro biliões de euros até 2033
Abril 8, 2025Worten dá até 140 euros pela Switch antiga na compra da nova consola da Nintendo
Abril 8, 2025Ao longo das gerações do sistema operativo, o menu da barra Iniciar do Windows tem sofrido diversas alterações estéticas e de funcionalidade. O objetivo da Microsoft é oferecer o máximo de opções úteis e atalhos, ocupando o menor espaço possível do ecrã para não ser intrusivo. Filosofia válida para o Windows 10 e também no Windows 11, mas em breve isso vai mudar.
A Microsoft já está a testar a nova experiência do menu Iniciar substituindo o habitual sistema de fixação de apps e documentos adicionados recentemente, para uma janela que ocupa praticamente o ecrã todo com mais informação, como avança o Windows Latest. Apesar de ocupar mais espaço no ecrã quando ativado, não há dúvida que este parece mais arrumado e organizado.
[twitter url=”https://x.com/phantomofearth/status/1908165380700283047″/]
A atualização do menu apresenta diversas categorias, como produtividade, entretenimento, utilitários e outros, uma categoria onde são arrumados os ícones que o Windows 11 não reconhece. Mas também uma área com ícones afixados pelo utilizador. É ainda mostrado uma maior integração do Android, com um ícone de um smartphone que abre o painel flutuante Phone Link com opções mobile, desde as chamadas recebidas, mensagens, fotografias, etc. E ainda o estado da bateria do smartphone.
O menu permite fixar até 24 aplicações personalizadas na barra de Start, mas pode colapsar parte da mesma, mostrando apenas 16 apps. Nos testes feitos pelo Windows Latest, é possível personalizar e ter um maior controlo das opções da barra Iniciar, ajustáveis num menu associado. Pode optar por ver as apps mais recentes, as mais utilizadas, os websites mediante o histórico de navegação, recomendações, etc.
Veja na galeria imagens do novo menu de Iniciar:
[photo-gallery id=”414948″ thumbnails=”414949,414950,414951,414952,414953,414954″ layout=”linear”/]De recordar que a Microsoft continua a moldar o Windows 11 para tentar agradar ao máximo de utilizadores e a convencê-los a migrar do Windows 10 até ao dia 14 de outubro, data que dita o fim do seu suporte técnico gratuito. A partir daí será necessário pagar uma taxa para ter acesso às atualizações de segurança, uma medida para “empurrar” os utilizadores para o mais recente sistema operativo.
