Os técnicos tiveram de fazer atendimento manual para evitar falhas no socorro. Rui Lázaro, presidente do Sindicato dos Técnicos de Emergência Pré-Hospitalar, disse à mesma fonte que as falhas “são o resultado do desinvestimento do anterior Conselho Directivo do INEM”. “Foram oito anos sem que houvesse um único investimento”.

No dia 14 de novembro, tinha ocorrido uma situação semelhante, quando a falha afetou o serviço nos CODU de Lisboa, Porto, Coimbra e Faro.

No último mês intensificaram-se os problemas com o INEM, tendo sido reportados 11 casos de mortes que foram associadas a atrasos no atendimento e na resposta do serviço de emergência.