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Julho 18, 2018Os problemas são referidos pelo Jornal de Notícias que hoje aponta as falhas informáticas no portal de matriculas, referindo várias queixas dos directores das escolas e dos encarregados de educação. Segundo o mesmo jornal, as filas nas secretarias das escolas acumulam-se devido a problemas de lentidão e bloqueios constantes que estão a limitar a utilização da plataforma informática nos últimos dias.
A chegada do limite do prazo para as matriculas do ensino básico e secundário, que terminam hoje, 18 de julho, agrava ainda mais a situação, e os responsáveis das escolas queixam-se da falta de meios humanos para atender todos os pais e encarregados de educação na inscrição dos alunos.
A matricula electrónica é feita no Portal das Escolas, um serviço do Ministério da Educação que permite efetuar pedidos de matrícula e renovação de matrícula com transferência de escola na educação pré-escolar e nos ensinos básico e secundário em estabelecimentos de ensino públicos do ME, privados e IPSS ou equiparados. A aplicação exige a utilização do Cartão de Cidadão do encarregado de educação e do aluno a matricular, e códigos de autenticação.
O registo de matriculas para a educação pré-escolar e primeiro ano decorreu entre 15 de abril e 15 de junho, e as renovações e transferência de escolas decorre desde 15 de junho e 18 de julho para o ensino básico e secundário.
O mesmo jornal apresenta o caso de uma escola em Cinfães, onde mais de 80 pessoas esperavam na fila para as matrículas, entre pais e crianças, e que tiveram de ser alimentadas com um “panelão de sopa” feito na cantina da escola.
O presidente da Associação de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas, afirmou ao jornal que “todos os anos a plataforma dá problemas, mas está cada vez pior”, acrescentando que na escola pela qual é responsável foram realizadas apenas três transferências durante uma manhã.
O prazo de matriculas termina hoje mas os responsáveis afirma que não vão deixar que nenhum aluno seja excluído devido aos atrasos.
Uma fonte do Ministério da Educação confirmou à mesma fonte que “a plataforma não é encerrada” e que os diretores têm acesso ao portal durante os próximos meses, estando a funcionar para “situações que sejam necessárias ultimar”.
