Descubra o que acontece quando se “força” uma IA a trabalhar em “I Forced a bot”
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Setembro 12, 2019A Intel vai trabalhar durante os Jogos Olímpicos de 2020 para trazer camadas visuais de dados às competições desportivas. A solução tecnológica da empresa, que consiste num sistema de câmaras 3DAT, permite fazer uma monitorização tridimensional dos atletas e aplicar os resultados obtidos numa interface gráfica que se mistura com o cenário. Nas corridas de 100 metros, por exemplo, a tecnológica vai conseguir mostrar a que velocidade correm os participantes, em tempo real.
A empresa norte-americana quer deixar uma marca nas próximas olimpíadas. Recorde-se que, no passado, a marca prometeu montar uma rede de internet 5G em Tóquio, para que a cidade possa conectar-se à rede sem problemas durante o evento; e muito provável que venhamos a assistir a mais um desfile de drones luminosos, potenciado pelos seus algoritmos.
Outra iniciativa que está na calha é a criação de programas de treino em realidade virtual, para os membros do staff. Estes programas vão incluir modelos virtuais, à escala real, das arenas onde vão ser disputadas as competições, para que o staff possa estar inteiramente familiarizado com todos os acessos.
Por último, a Intel criou também um sistema de reconhecimento facial que será utilizado para autenticar mais de 300 mil pessoas durante os Jogos, incluindo atletas, voluntários, membros da imprensa e staff. O sistema é potenciado por um processador i5.
A tudo isto vai juntar-se este sistema 3DAT, que usa quatro câmaras e um algoritmo de análise para providenciar dados de forma quase imediata. No resultado final será possível ver uma corrida com a velocidade do atleta, em tempo real, a flutuar logo atrás, por exemplo. Num salto em comprimento, o algoritmo pode até prever a distância a que um atleta vai saltar.
