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O contrato de quase 193 mil euros foi classificado como “urgente” e justificado pela AMA com a necessidade de intervir face à “vulnerabilidade atual dos sistemas”, avança o jornal Público na edição desta quinta-feira.
Recorde-se que a AMA revelou ontem estar na fase final do restabelecimento dos seus serviços após o ataque de ransomware ocorrido no dia 10 de outubro.
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Em comunicado, referiu que já há serviços restabelecidos, como o atendimento nas Lojas de Cidadão e plataformas como a Autenticação com Chave Móvel Digital e o Cartão de Cidadão e que o portal gov.pt deve ficar totalmente funcional até às 23h59 desta quinta-feira, 17 de outubro.
Na altura, a AMA acrescentou ter adotado medidas preventivas e corretivas para garantir a segurança no processo de recuperação desde o dia 11 de outubro e garantiu que, até ao momento, não havia evidências de exfiltração de dados pessoais, mas aproveitando para reforçar que qualquer pedido de dados pessoais relacionado com a Chave Móvel Digital devia ser ignorado.
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Recorde-se que as perturbações foram identificadas inicialmente pelo SAPO TEK cerca de 11h30 da manhã do dia 10 de outubro, quando os serviços de assinatura digital, ligados à Autenticação.Gov e Gov.ID ficaram indisponíveis. Uma investigação rápida confirmou que também o Portal Gov.pt e o site da AMA estavam offline, mas sem ainda indicação das causas.
Veja na galeria imagens de como os serviços se apresentavam
[photo-gallery id=”398523″ thumbnails=”398524,398525,398526,398527″ layout=”linear”/]Contactados os serviços não foi dada resposta imediata, mas a confirmação de que se tratava de um ataque de ransomware veio da parte do CNCS, que apoiou a AMA no processo.
O CNCS avançou na altura que havia um “impacto substancial ao nível dos serviços suportados por esta entidade, tais como a Autenticação.Gov e o Gov.ID”.
