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Junho 29, 2023Tal como é tradição quando sai um novo equipamento eletrónico no mercado, os técnicos especialista da iFixit espreitam o seu interior e relatam a experiência, atribuindo um nível de dificuldade na reparação. A consola portátil ROG Ally da Asus foi a mais recente a ser espreitada no seu interior para se compreender a sua arquitetura de componentes.
A iFixit destaca que os componentes interiores são bastante modulares e bem organizados, sendo dada prioridade ao acesso de peças críticas, tais como a bateria e o SSD de armazenamento de dados. Os especialistas destacam assim o cuidado e organização dos componentes arrumados no interior, que facilita a sua substituição.
Veja na galeria imagens da ROG Ally a ser desmontada:
[photo-gallery id=”351569″ thumbnails=”351573,351574,351575,351576,351577,351578,351579,351580,351581,351582,351583,351584,351585,351586,351587,351588,351589,351590,351591,351592,351593,351594,351595,351596,351597,351598,351599,351600,351601,351602,351603,351604,351605,351606,351607,351608,351609,351610,351611,351612,351613,351614,351615,351616″ layout=”linear”/]No entanto, contrastando com a eventual facilidade de troca de componentes, a Asus não tem planos para fornecer componentes de substituição ao público geral para autorreparações, tal como os programas da Apple ou Samsung. A própria Valve disponibiliza componentes de substituição à comunidade para o Steam Deck, o rival direto da consola baseada em PC, sendo “uma oportunidade perdida”, refere o especialista da iFixit, pelo seu design acessível de reparação.
Obviamente que sendo uma consola nova no mercado e que potenciais avarias estão abrangidas pela garantia, a Asus pode ter reservado a reparação nesta fase inicial para os seus técnicos especializados. E isso não significa que mais tarde, a Asus não lance o seu programa de autorreparações, aspeto que está a ser incentivado por Bruxelas nas regras do direito à reparação.
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O processo de abertura é simples e direto: seis parafusos Philips agarram a tampa traseira da consola. Apresenta um autocolante de proteção de bateria, removido com facilidade, escondendo dois parafusos para a desapertar. A simplicidade em retirar a bateria bate aos pontos o Steam Deck que está agarrada com cola, algo que mereceu elogios da especialista em reparações. Segue-se a pequena unidade de armazenamento interno, que pode ser trocado por uma versão de maior capacidade.
Veja fotografias da consola:
[photo-gallery id=”345239″ thumbnails=”345251,345240,345241,345242,345243,345244,345245,345246,345247,345248,345249,345250,345252,345253,345254,345255,345256,345257,345258,345259,345260,345261,345262,345263,345264,345265,345266,345267,345268,345269,345270,345271,345272,345273,345274,345275,345276,345277″ layout=”linear”/]Prosseguindo a desmontagem da consola, os dois módulos dos sticks analógicos também são desencaixados com facilidade, no caso destes virem a sofrer de problemas de drift que tem causado dores de cabeças na Switch e DualSense. Seguiu-se o módulo de refrigeração, um único componente que suporta as ventoinhas da portátil. Por fim o grande prémio, o acesso à motherboard e à joia da coroa da consola: o processador AMD Ryzen Z1 Extreme e os quatro módulos de memória RAM. Outros componentes que se soltaram facilmente foram as colunas, o sensor biométrico de impressões digitais e os anéis de LED RGB que dão luz em torno dos analógicos.
Por fim, e praticamente com todos os componentes fora da consola, apenas o ponto menos fácil de substituir: o ecrã LCD da consola. Este está colado à tampa de plástico em redor, sendo necessário muito cuidado para não o partir.
