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Julho 24, 2020Em 2017, o Pentágono admitiu ter financiado um programa secreto, de vários milhões de dólares para investigar OVNIs. Embora tenha dado a conhecer que o Programa Avançado de Identificação de Ameaças de Aviação funcionou apenas de 2007 a 2012, um relatório de junho do Senado norte-americano demonstra que, afinal, a busca por fenómenos aéreos não identificados continua bem ativa.
O documento detalha que o objetivo da Unidentified Aerial Phenomenon Task Force é fazer uma recolha de todos os avistamentos de veículos aéreos não identificados e reportar algumas das descobertas ao público a cada seis meses.
É verdade que o relatório pode dar a entender que o Pentágono está ativamente à procura de visitantes extraterrestres, alimentando, em parte, as teorias da conspiração que afirmam que o Governo norte-americano sempre teve provas da existência de aliens. Contudo, a missão principal do programa é, na verdade, verificar se outros países, em especial nações “rivais” como a China ou a Rússia, estão a usar tecnologia aérea avançada para ameaçar os Estados Unidos.
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Em entrevista ao The New York Times, Luis Elizondo, antigo diretor do Programa Avançado de Identificação de Ameaças de Aviação, confirmou que a Unidentified Aerial Phenomenon Task Force é uma evolução do programa que decorreu entre 2007 e 2012. “[A Task Force] não tem mais se esconder nas sombras”, indicou, acrescentando que terá agora um novo nível de transparência.
Recorde-se que em abril, o Departamento de Defesa dos Estados Unidos publicou oficialmente três vídeos que demonstram fenómenos aéreos não identificados ocorridos em 2004 e 2015.
O vídeo mais longo tem a duração de 1,16 minutos e mostra um fenómeno relativamente estático até desaparecer do radar. O ficheiro foi publicado com a designação “Flir” na bibilioteca virtual da Marinha.
Depois de uma análise minuciosa, o Departamento decidiu liberá-los, uma vez que a sua publicação não afetava as investigações que estavam a ser feitas acerca de avistamentos de veículos aéreos não identificados no espaço aéreo militar. Já nos outros dois vídeos, mais curtos, é possível avistar dois objetos bem mais “irrequietos”.
