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Janeiro 5, 2021A NASA lançou a sonda Juno em 2011 para desvendar “mistérios” sobre Júpiter, chegando ao planeta cinco anos depois. Agora, o equipamento enviou de volta o seu mais recente lote de fotografias de Júpiter, após mais um ano da sua missão científica, completando a 31ª órbitra.
As imagens chegam à Terra como dados brutos não processados, porque a JunoCam está equipada com um sensor de imagem de 2 MP que capta fotografias enquanto o sensor gira. Por isso, produz “tiras” de imagens em vez de fotografias prontas para serem vistas no momento.
Os dados das imagens da sonda são então meticulosamente processados e a sua cor e o seu contraste cuidadosamente melhorados por cientistas como Kevin M. Gill. No site de partilha de imagens Flickr o investigador tem publicado as fotografias mais recentes que mostram Júpiter aos olhos da sonda da NASA.
Veja as mais recentes imagens de Júpiter:
[photo-gallery id=”229402″ thumbnails=”229403,229404,229405,229406,229407,229408,229409,229410,229411,229412,229413,229414″ layout=”linear”/]No entanto, a sonda movida a energia solar não é apenas uma “fotógrafa”. A sua missão é investigar aquilo que está por baixo da densa cobertura de nuvens de Júpiter para desvendar mistérios sobre a formação e evolução daquele que é um planeta escuro e tempestuoso, bem como a sua gravidade e campos magnéticos, dinâmica atmosférica e composição.
O que tem descoberto a sonda da NASA?
Um marco da missão de Juno em 2020 foi a captação de todos os oito circumpolares em torno de um ciclone central localizado no polo norte de Júpiter. As imagens originais da JunoCam usadas para produzir a fotografia foram captadas durante os sobrevoos de 17 de fevereiro, 10 de abril, 2 de junho e 25 de julho de 2020. Isto porque a JunoCam só é capaz de lidar com luz visível.

Oito circumpolares em torno de um ciclone central localizado no polo norte de Júpiter
Já em maio, os cientistas registaram a imagem mais detalhada de sempre da atmosfera de Júpiter, com o contributo da sonda Juno, o telescópio espacial Hubble e o observatório Gemini. É a visão mais clara que alguma vez tivemos do planeta, com a imagem a dar uma visão das tempestades que “trovejam” na atmosfera do planeta.
