Microsoft investe na Cruise numa aposta no mercado de veículos autónomos
Janeiro 19, 2021Equipa do aclamado mod de The Elder Scrolls Skyrim quer criar um videojogo
Janeiro 19, 2021De acordo com novos dados da Agência Internacional da Energia (IEA na sigla em inglês), as medidas de confinamento tomadas um pouco por todo o mundo devido à pandemia de COVID-19 resultaram numa diminuição de 10% das emissões de metano em 2020.
O relatório da IEA detalha que o decréscimo pode ser atribuído principalmente à redução na produção das empresas petrolíferas e de gás. No entanto, a Agência explica que, no ano passado, as operações das empresas em questão resultaram na emissão de 70 milhões de toneladas de metano para a atmosfera.
[photo-gallery id=”231646″ thumbnails=”231647,231648,231649″ layout=”linear”/]No que toca à produção de combustíveis fósseis, a indústria petrolífera é responsável por cerca de 40% das emissões de metano atuais, com os restantes 60% a originarem em fugas ao longo da cadeia de distribuição de gás natural. A IEA indica que a intensidade das emissões de metano varia entre os países produtores de petróleo e gás. Os dados relativos a 2020 demonstram que a Rússia lidera o “pódio” de países com maiores emissões, seguindo-se os Estados Unidos e o Irão.
Assim como as emissões de dióxido de carbono, as de metano também estão associadas ao processo de aquecimento global. Embora exista em menor quantidade na atmosfera, o metano é capaz de reter mais energia.
Considerando que uma tonelada de metano é equivalente a 30 toneladas de dióxido de carbono, a IEA indica que as emissões da indústria petrolífera e do gás em 2020 equivalem à totalidade da pegada carbónica da União Europeia no mesmo ano.
A Agência alerta para a possibilidade de as emissões aumentarem assim que a produção de combustíveis fosseis voltar à “normalidade” e apela às empresas para tomarem medidas mais adequadas para gerir a situação, incluindo reparar as fugas nos oleodutos ou gasodutos. Ao todo, para conseguir chegar a um cenário de desenvolvimento sustentável, o setor precisa de reduzir as suas emissões em mais de 70% até 2030.
