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Março 15, 2016Por que razão vai a Sony lançar um gira-discos no mercado e logo numa altura em que a música digital está a dominar? Não será este um conceito do passado? A resposta às perguntas é justamente onde reside o segredo deste PS-HX500: a tecnológica japonesa está de facto a recorrer a um sistema de som analógico e ‘vintage’, mas está ao mesmo tempo a preparar o futuro.
É que este não é um gira-discos comum. Foi concebido para ser também um conversor de música digital. Basta colocar o vinil, pousar a agulha no disco, ligar o gira-discos a um computador Windows ou Mac e ‘ripar’ a música em alta resolução.
Aqui o objetivo é que não haja quase perda de qualidade de som, permitindo ao utilizador ter uma qualidade sonora num dispositivo móvel e digital igual à que tem com o disco físico.
O PS-HX500 vai ficar disponível no mercado português em maio e vai custar 500 euros, de acordo com as indicações dadas pela Sony durante a apresentação da sua nova gama de produtos, hoje, em Lisboa.
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Deve considerar que não basta criar ficheiros digitais em alta resolução, depois deve assegurar equipamentos que suportem este formato de áudio de alta qualidade. A pensar na criação de um ecossistema completo a Sony está a garantir que quase todos os seus novos equipamentos de som suportam estes ficheiros.
Leitores multimédia portáteis da gama Walkman e também auriculares e auscultadores completam o ‘círculo’ de som em alta resolução da Sony.
O gira-discos consegue exportar no formato proprietário da Sony DSD (Direct Stream Digital), mas também em ficheiros WAV de 24-bit. Mais do que um produto de massas, é um equipamento destinado aos audiófilos e a todos os que valorizam uma qualidade de som muito acima da média.
