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Janeiro 4, 2019Provavelmente já não se lembra do início de 2018 mas foi “espacialmente” fulgurante… tal como este 2019 acabado de começar promete ser, que com poucos dias já teve direito a imagens de Ultima Thule, o objeto espacial mais distante do Sistema Solar que a humanidade já conseguiu alcançar, e do lado oculto da Lua, in loco.
Mas de regresso ao ano passado, o “combinado” Super Lua, Lua Azul e eclipse diz-lhe alguma coisa? É que o trio de fenómenos lunares marcou o último dia do primeiro mês de 2018. Se não viu, fique a saber que algo do género só daqui a um século e meio.
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Logo a seguir veio fevereiro e com ele o primeiro voo de um Falcon Heavy, um dos foguetões mais poderosos de sempre a chegar ao espaço. Nesta viagem de teste, a carga era simbólica.
A bordo do Falcon Heavy da SpaceX seguiu um velho modelo desportivo da Tesla, com Starman ao volante, Space Oddity, de David Bowie, como banda sonora e Marte no horizonte.
[photo-gallery id=”121627″ thumbnails=”121653,121631,121640,121652,121633,121644,121649,121656,121643,121651,121636,121632,121634,121638,121648,121628,121642,121641,121647,121639,121650,121630,121646,121637,121635,121645″ layout=”linear”/]O planeta vermelho continuou como “fetiche espacial” de destaque em diversas ocasiões: ficámos a saber que há moléculas que podem provar a existência de vida, que pode existir um vasto lago de água salgada escondido sob uma camada de gelo no Polo Sul ou que o planeta vermelho pode ter oxigénio suficiente para suportar vida, mas ainda é impróprio para humanos. Tudo isto graças às missões que “acompanham” Marte. Curiosity, Opportunity e mais recentemente InSight são alguns dos “recursos”.
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Também ficámos a conhecer a Mars Base Alpha, a primeira base humana em Marte idealizada pela SpaceX e a saber que a primeira criança extraterrestre pode nascer em 2024.
O planeta vermelho fechou 2018 com chave de ouro, quando a ESA decidiu dar a conhecer a cratera Korolev, um repositório de água gelada que persiste o ano inteiro no planeta vermelho e que mais parece uma pista de gelo.
A foto construída a partir de cinco “tiras” de imagens distintas, cada uma delas registada numa órbita diferente pela câmara de alta resolução, conhecida pela sigla HRSC, da Mars Express, correu e maravilhou o mundo.
E no ano acabado de passar, marcaram-se regressos à Lua, pela importância que o satélite natural ainda pode ter na viagem até ao planeta vermelho, mas não só. O Sol também conseguiu alguma da luz dos holofotes para si, não pelas tempestades de outras alturas, mas porque uma sonda da NASA conseguiu e maior aproximação ao astro-rei de sempre até agora.
De entre tudo o que aconteceu relacionado com as “esferas mais além”, os aniversários redondos marcaram o 2018 acabado de passar. O maior de todos, os 60 anos da NASA, assinalados a 1 de outubro. Em seis décadas o papel da agência espacial norte-americana para alargar o nosso conhecimento da Terra, do sistema solar e do resto do universo é inegável.
Outro aniversário “de peso” foi o da ISS, que comemorou duas décadas. A data foi assinalada oficialmente pela NASA e pela ESA com um vídeo time lapse mais longo de sempre, feito do Espaço. Por nossa iniciativa, aqui no TEK decidimos reunir algumas curiosidades sobre a estação espacial internacional – e umas poucas imagens…
[photo-gallery id=”150024″ thumbnails=”143225,9376,9985,150028,150401,9979,9986,150402,9982,150033,9983,7192,150403,150034,9990,150035,150404,12064,150032,9987,12060,9978,12062,9988,13517,150026,9980,12090,150030,125516,9649,150029,9989,150027,125518,7220,150031,9991,10612,150036″ layout=”linear”/]Na lista de “grandes aniversariantes”, não nos esquecemos dos 20 anos do programa europeu de satélites de observação da Terra Copernicus e dos 25 anos de lançamento do PoSAT-1, o primeiro satélite português.
O turismo espacial também ficou mais perto de acontecer: a SpaceX elegeu o primeiro turista para levar à Lua, a Virgin Galactic concluiu com sucesso os testes da sua nave espacial SpaceShipTwo, a Blue Origin anunciou que vai vender viagens ao espaço por 200 mil dólares e houve até quem aceitasse reservas para as férias de 2022, no hotel de luxo Aurora Station. A estadia custava a “modesta” tarifa de 9,5 milhões de dólares por 12 dias.
Contudo o ano não passou sem alguns “sustos”, nomeadamente um buraco na ISS e a possibilidade de a estação espacial ficar sem “hóspedes” pela primeira vez na sua existência, depois de uma falha no acelerador do foguetão que devia levar dois astronautas obrigar a uma aterragem de emergência. Mas tudo acabou por terminar bem, com a chegada de uma nova tripulação, desta vez numa viagem sem incidentes.
