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Julho 5, 2022Inovador, arrojado, genial. Estas são algumas das palavras com que António Variações foi catalogado quando há mais de quarenta anos iniciou a sua carreira musical, mas a marca que deixou na música portuguesa ainda perdura. Hoje volta aos palcos no concerto “Há uma noite para passar“, no Capitólio, em Lisboa.
“Pela primeira vez vamos trazer à vida um concerto que aconteceu há 41 anos”, explica Ana Oliveira, responsável de marketing e retalho da Samsung que admite que é fã de António Variações, apesar de não ter idade para estar presente no concerto em 1981. “Sentimos que é um ícone da cultura dos anos 80 ao qual as novas gerações também se ligam”, afirma a gestora da Samsung Portugal.
A utilização da tecnologia é fundamental para criar todo o ambiente, e o deepfake do músico foi criado de propósito para este momento. É a primeira vez que se faz um concerto com um holograma de um músico português num conceito criado pela Uzina que recorreu a tecnologia que usa inteligência artificial para produzir imagens realistas.
No palco a imagem é projetada em holograma mas vai interagir com a banda e com Sérgio Praia, o ator que interpreta o papel de António Variações no filme “Variações” e que tem uma grande semelhança física com o músico.
O concerto já está esgotado mas a experiência vai ser também aproveitada para a produção do filme-concerto, onde a utilização dos Galaxy S22 Ultra é um dos pontos centrais. Na audiência há 10 fãs da Samsung a usar o smartphone para filmar e fazer fotografias, explorando as funcionalidades de captação em baixa luminosidade, a “nightography”, mas há também profissionais que usam o telefone para as captações que vão ser usadas no filme.
Esta não é a primeira iniciativa da Samsung que faz a ligação entre a tecnologia e os temas da portugalidade e depois da fotografia da costa portuguesa, da viagem na EN2 e o primeiro filme de Fernando Pessoa – O ÍDOLO, e Ana Oliveira explica que estas iniciativas têm sido distinguidas como boas práticas de comunicação a nível internacional na Samsung.
“É importante quando trabalhamos em multinacionais ter uma estratégia global mas saber adaptar localmente. Os consumidores são muito diferentes, entre países, até relativamente a Espanha aqui ao lado. Em Portugal somos dos mais avançados, muito pró tecnologia”, afirmou ao SAPO TEK, adiantando que a ideia é contar a história de uma forma que não seja tão fria, baseada em especificações, e que envolva emoção.
