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Abril 14, 2022Atualmente as fabricantes lançam smartphones com maior preocupação em respeitar as indicações de segurança no que diz respeito às emissões de radiação eletromagnética. A certificação alemã Blue Angel estipula que a as emissões não devem ultrapassar os 0,60 watts por quilograma para considerar os equipamentos seguros na Taxa de Absorção Específica (SAR). E para evitar efeitos de saúde adversos, esta radiação não deve ultrapassar os 2 Watts por quilograma.
Ainda assim, certos modelos ainda são lançados no mercado com taxas acima do recomendado, e segundo a mais recente lista da Banklesstimes, foram poucas as mudanças nos smartphones listados no início do ano. O Motorola Edge continua a ser o modelo mais “poluente”, registando 1,79 watts por quilograma. O segundo lugar é um smartphone com suporte à quinta geração de ligações, o Axon 11 5G, que registou 1,59 watts e a fechar o pódio está o OnePlus 6T com 1,55.
A Google OnePlus e a Sony são as fabricantes com a maioria dos modelos da lista dos 10 equipamentos com mais radiações. A Google tem três modelos listados: o Pixel 3XL a emitir 1,39 watts (logo atrás do Sony Xperia XA2 Plus com 1,41 watts em quarto lugar) e o Pixel 4ª com 1,37 watts. Este modelo debita o mesmo valor que o Oppo Reno5 5G. A fechar a lista, o Sony Xperia XZ1 Compact emite 1,36 watts, o Google Pixel 3 gera 1,33 watts, o mesmo que o OnePlus 6.
De considerar que o volume de emissões varia com diferentes fatores. O tipo de equipamento e modelo considerando a sua idade, assim como a força da transmissão das suas antenas.
Veja a lista dos modelos que emitem mais radiações
[photo-gallery id=”281670″ thumbnails=”281671,281672,281673,281674,281675,281676,281677,281678″ layout=”linear”/]A maioria das pessoas tem o smartphone presente nas suas vidas praticamente 24 horas, sendo uma companhia no trabalho, nos transportes públicos e mesmo de noite, até porque provavelmente utilizam-no como despertador, mantendo-o na mesinha de cabeceira. Essa proximidade constante pode ter riscos a longo prazo para os utilizadores, ainda que as investigações sobre as radiações emitidas pelos equipamentos ainda sejam inconclusivas.
