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Fevereiro 7, 2020A versão retrofuturista e dobrável do clássico Razr da Motorola, que o SAPO TEK já experimentou na CES, chegou recentemente ao mercado norte-americano e muitos já se questionam se as dobradiças e o ecrã do smartphone são realmente duráveis. O smartphone passou pelo teste do FoldBot e os resultados ficaram aquém das espectativas. Ao todo, o Razr não conseguiu ser dobrado e desdobrado mais de 27.000 sem começar a dar sinais de que os seus mecanismos já não estavam funcionais.
A Lenovo deu a conhecer que testou mais de 20 protótipos para garantir que o mecanismo presente funciona de forma eficiente, e que o Razr não fique com um espaço vazio que acumule pó ou lixo quando está fechado. No entanto, a fabricante chinesa nunca revelou quantas vezes é que o smartphone pode ser dobrado e desdobrado antes de chegar ao fim do seu período de vida útil.
[photo-gallery id=”188473″ thumbnails=”188474,188475,188476″ layout=”linear”/]Na experiência levada a cabo pela CNET, em parceria com a norte-americana SquareTrade, a criadora do FoldBot, esperava-se que o Motorola Razr conseguisse ser dobrado e desdobrado, pelo menos, 100.000 vezes. Ainda antes, o FoldBot já tinha experimentado levar as dobradiças e o ecrã do Galaxy Fold ao limite, o qual sobreviveu a cerca de 120.000 dobras antes de começar a dar sinais de que já não estava muito funcional. Recorde-se que a Samsung tinha garantido que movimento poderia ser feito 200.000 vezes, ou seja, o utilizador podia abrir e fechá-lo 100 vezes por dia durante cinco anos.
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Após quatro horas de “dobragens”, a dobradiça do Razr já estava a resistir ao movimento. Embora o smartphone tenha sido retirado momentaneamente do FoldBot para tentar “soltar” o mecanismo, a estratégia acabou por não compensar. O robot da SquareTrade bem tentou dobrar o Razr, mas os componentes do dispositivo já tinham ultrapassado o limite da sua durabilidade.
