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Janeiro 23, 2020A venda do Motorola Razr tinha inicialmente sido apontada para dezembro, aproveitando o período de pico de compras associado ao Natal e recuperando a nostalgia dos utilizadores com um dos smartphones mais incónicos da marca, agora em formato atualizado e com um ecrã quse se dobra. A data foi adiada, alegadamente por “excesso de procura” que não permitiria satisfazer as encomendas, mas agora a empresa já confirmou que vai comercializar o equipamento a partir de 26 de janeiro em pré-venda, com entregas a partir de 6 de fevereiro nas lojas norte americanas.
Numa primeira fase o Razr é um exclusivo da Verizon e vai estar à venda nas lojas da operadora, no site da Motorola e na Wallmart, mas há planos de alargar a comercialização do smartphone a outros mercados, embora ainda sem datas definidas.
O Motorola Razr, que o SAPO TEK já experimentou na CES, é o primeiro modelo da marca com ecrã flexível, dobrando-se em formato concha com um formato e dimensão mais compacto do que a proposta da Samsung com o Fold ou a Huawei com o Mate X.
Aberto o Razr tem uma dimensão de 172×72 mm, com uma espessura de 6,9 mm, e apresenta um ecrã de 6,2 polegadas OLED. O peso é de 205 gramas.
[related-post id=”182301″ post_type=”post” /]Quando fechado o telefone tem uma dimensão compacta e cerca de metade do tamanho (94×72 mm e espessura de 14 mm) que facilita a “arrumação” num bolso, e todas as notificações estão visíveis no ecrã externo. A Lenovo conseguiu que a dobradiça funcione de forma eficiente e quando está fechado não há qualquer espaço vazio, ou gap, e por isso não deverá acumular pó ou lixo. Esta foi uma “engenharia” que a Samsung não conseguiu fazer no Galaxy Fold.
[photo-gallery id=”185853″ thumbnails=”185854,185855,185856,185857,185858,185859,185860,185861,185862,185863,185864″ layout=”linear”/]Esta versão “moderna” vai custar cerca de 1.500 dólares e para além da inovação do ecrã, que não apresenta qualquer vinco quando se abre e fecha, tem especificações medianas, com um processador Qualcomm Snapdragon 710 e 6 GB de RAM, sem carregamento wireless e sem uma bateria de longa duração.
Mesmo assim, tudo indica que é um dos smartphones mais “apetecíveis”, pelo formato e pela nostalgia de um modelo “retro” recuperado com ligações aos modelos do início de 2000, um conceito em que a Nokia tem vindo a apostar.
