Banda larga móvel atinge valor recorde de 6,8 milhões de utilizadores
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Setembro 13, 2017Há uma espécie de mística em torno dos smartphones topo de gama e nem precisamos de recorrer a estatísticas recentes e comprovadas para afirmar que os portugueses têm uma especial atração pelos modelos mais mediáticos, bem equipados e… caros.
Mas não é necessário que o terminal esteja coberto de pedras preciosas ou seja revestido a ouro – esses modelos são bem mais dispendiosos… – para que o preço praticado seja elevado, ficando acima do dobro do salário mínimo nacional e até além do que um “normal” utilizador de tecnologia em Portugal pode considerar um bom vencimento mensal.
Basta que esse smartphone reúna as tecnologias e características que mais são procuradas num equipamento do género, do reconhecimento facial à capacidade para estar debaixo de água, por exemplo, e que provenha dos laboratórios de algumas das mais mediáticas marcas de terminais móveis.
Sim, porque existem várias fabricantes do segmento cujos flagship ainda assim não conseguem alcançar o patamar dos 1.000 euros, valor mínimo que temos neste artigo (e na galeria abaixo) para reunir vários equipamentos de topo.
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Huawei P10 Plus, LG G6, Sony Xperia XZ Premium… Nenhum deles alcança a “milena”, mesmo nas versões com mais espaço (apesar de a primeira marca aqui referida ter uma versão especial que “chega lá”, o Huawei Mate 9 Porsche Design). E nem novidades que estão eminentes como a gama Asus ZenFone 4, a linha Moto G5 e LG V30 deverão chegar a essa marca de preço, a menos que nos surpreendam nas versões com mais espaço (256 GB, provavelmente).
Por falar em espaço, esta é outra característica na lista de especificações pela qual temos de pagar mais e que faz com que alguns smartphones ultrapassem os 1.000 euros na etiqueta de preço. O ainda no “ativo” iPhone 7 (nem precisa ser o Plus) chega a esse patamar livre de operador e se optarmos pela versão de 256 GB. Tal como acontece com os novos iPhone X e iPhone 8, como seria de esperar.
Ou seja, querer um topo de gama com o máximo de espaço para armazenamento é sinónimo de ter de pagar mais, naturalmente. E a questão do design compacto e leve é agora algo do passado, quando queríamos que um telemóvel fosse minúsculo e estávamos dispostos a pagar muito por isso.
Hoje, a tendência são os ecrãs grandes, o que obriga a que os corpos sejam maiores, na maior parte dos casos, e tudo aquilo que tecnologicamente permita substituir o computador em movimento e aproveitar a magia dos conteúdos multimédia online.
Um dado garantido é que um utilizador que paga mais de 1.000 euros por um smartphone fica de certeza bem servido, pois passa a ter no bolso uma verdadeira “obra-prima” da tecnologia moderna portátil, independentemente do modelo e/ou marca.
Se pertence a esse grupo, convidamo-lo a percorrer a galeria acima em busca do seu próximo smartphone. Há mais por aí, mas hoje deixamos-lhe estas cinco sugestões.
