Depois de vários adiamentos, o lançamento do telescópio espacial James Webb foi remarcado para 25 de dezembro, dando início a uma jornada que se espera contribua para descobrir alguns dos segredos mais intrigantes do universo.
Foi descoberto numa zona conhecida como um berçário de estrelas e está a dar nas vistas dada a idade recente, revelada pelo facto de ainda emitir calor do processo de formação. Mas calma, “recente” no sistema solar é uma classificação para alguns milhões de anos.
A Agência Espacial Europeia tem muitos recursos educativos para quem quer conhecer mais sobre as missões e instrumentos científicos utilizados. Desta vez a ESA convida à descoberta do telescópio James Webb.
Através de uma técnica chamada data sonification, investigadores conseguiram transformar dados recolhidos pelo Observatório de Raios-X Chandra e por outros telescópios espaciais em composições sonoras que vão do quase etéreo ao sinistro.
De acordo com a NASA, sistemas científicos do Hubble aparentavam funcionar normalmente apesar do erro inesperado. A equipa responsável já está a investigar o sucedido e a trabalhar para fazer com que o telescópio regresse à normalidade.
No ano passado a supergigante vermelha Betelgeuse, a mais brilhante da constelação Orion, despareceu durante semanas. Agora o mesmo acontece com uma estrela de Canis Major.
Há duas novas galáxias gigantes identificadas e, afinal, estas estruturas cósmicas impressionantes podem ser mais comuns do que o inicialmente pensado. Basta ter a geração certa de radiotelescópios.
O mais poderoso telescópio da NASA continua a superar os testes e o mais recente foi um passo importante para manter o calendário de lançamento ao espaço no próximo ano, ainda que "assombrado" pela pandemia.
A descoberta feita através do Very Large Telescope do Observatório Europeu do Sul é uma peça importante no puzzle que os astrónomos estão a tentar construir acerca da formação e crescimento dos buracos negros depois do Big Bang.