A nova equipa da NSA pretende combater os ataques online de hackers oriundos da Rússia para impedir situações com as interferências nos atos eleitorais.
Em entrevista ao The Guardian, o ex-colaborador da NSA admite não estar arrependido e diz que nunca se sentiu tão realizado quanto no dia em que revelou ao mundo a existência de um esquema de vigilância global controlado pelos EUA. Foi há cinco anos.
Os metadados recolhidos de 534 milhões de chamadas telefónicas incluem os números marcados, a duração da chamada e outras informações, mas não o conteúdo das conversas. Número triplicou em relação ao ano anterior.
O governo dos EUA vai revelar as regras de como se deve decidir a divulgação ou não de falhas de segurança. A medida surge como resposta aos críticos que dizem que, ao não fazê-lo, a administração está a comprometer a cibersegurança do país.
A base de dados interna onde a empresa registava os bugs dos seus sistemas foi atacada e apesar de ter descoberto o problema em 2013 a Microsoft não revelou a intrusão. A informação foi agora revelada por antigo funcionários.
O anúncio foi feito pelo próprio grupo num post publicado online. Os ficheiros vão ser partilhados numa plataforma com todos os utilizadores que assinarem um programa de subscrição mensal. A ideia é libertar informações novas todos os meses.
A agência norte-americana viu as suas operações de vigilância limitadas em 2015 pelo USA Freedom Act. Apesar do número, foram apenas emitidos 46 mandatos que autorizavam a vigilância de suspeitos neste mesmo período.