O Ultra Accelerator Link Consortium, a que a Apple acaba de aderir, está a desenvolver uma norma aberta para otimização de tarefas como o treino, afinação e execução de modelos de IA
A Apple conseguiu vender mais smartphones que a concorrência no período do Natal na China, mas não chegou para salvar um ano que marca a reconquista do top de vendas por marcas locais.
A Samsung e a Apple continuam a dominar o mercado de telemóveis, mas a “invasão” chinesa é que ditou as regras do mercado em 2024, um ano que terminou como começou: com as vendas de dispositivos móveis a crescerem.
Com desafios simultâneos em várias frentes, a Apple vê-se cada vez mais no centro das atenções regulatórias na Europa. Acusações de abuso de posição dominante e investigação sobre novas taxas para desenvolvedores voltam a ser tópicos em destaque.
Paulo Trezentos reúne neste artigo a análise, e pontuação, das barreiras que persistem no mundo das aplicações devido ao monopólio da Apple e Google e olha também para as tendências de 2025.
O fundador do Facebook foi duro em relação à Apple numa entrevista concedida há dias. Considerou que a dona do iPhone abrandou o ritmo de inovação e cria barreiras inaceitáveis, que pouco têm a ver com as questões de privacidade e segurança apregoadas.
Os rumores sobre a próxima geração do iPhone continuam a surgir e a apontar para o lançamento provável de um iPhone Air, o mais fino de sempre, com outros argumentos para chamar a atenção dos fãs da marca.
Já é possível usar o chatbot desenvolvido pela xAI, a startup de Elon Musk, no smartphone através do browser, mas o iPhone e o iPad ganham agora uma app dedicada, Por enquanto só para os Estados Unidos.