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Abril 13, 2021A fase principal do leilão do 5G avançou hoje para o seu 63º dia. Nas já habituais seis rondas, o valor das licitações alcançou os 279,011 milhões de euros. O valor representa uma subida de 1,026 milhões em relação ao dia anterior.
Ao todo, a soma das licitações da fase principal com as dos novos entrantes, que atingiram os 84,351 milhões de euros, resulta num valor que é agora superior 363 milhões, ultrapassando largamente o preço de reserva fixado pela Anacom nos 237,9 milhões.
Através dos dados disponibilizados pela entidade reguladora é possível observar que as mudanças voltam a registar-se apenas na faixa dos 3,6 GHz, com aumentos relativos às propostas de 20 dos 40 lotes disponíveis.
[photo-gallery id=”242967″ thumbnails=”242968,242969,242970″ layout=”linear”/]Sem fugir à tendência dos últimos dias, os valores das licitações nesta faixa são pequenos, aumentando no máximo 1 ou 2% face ao dia anterior, mas vão fazendo crescer o encaixe potencial para o Estado. Face ao preço de reserva, contata-se nesta faixa uma dinâmica de crescimento que leva a aumentos, no máximo, de 212%, como é o caso do lote J02.
A faixa dos 2,1 GHz foi a que mais valorizou durante o processo, com o seu preço a aumentar mais de 400% face ao valor de reserva. Os dois primeiros lotes da faixa dos 2,6 GHz também valorizaram mais de 200%. Já as faixas dos 700 MHz e dos 900 MHz não se alteram desde o início da fase principal e até há um lote ainda sem qualquer oferta na faixa que ficou live após a conclusão do processo de migração da TDT.
Recorde-se que, na semana passada, Anacom decidiu fazer alterações ao regulamento com vista a “prevenir eventual prolongamento excessivo do leilão do 5G, prevendo a possibilidade de aumentar o número de rondas diárias e alterar o limite mínimo de aumento das propostas para os vários lotes, retirando a possibilidade de propor subidas de 1 a 3% dos preços.
O regulador espera agora comentários dos operadores até 15 de abril de modo a avançar com a proposta de alteração de regulamento que será sujeita a consulta pública. Tanto a NOS como a Vodafone já se manifestaram publicamente, criticando a proposta da Anacom.
Apesar do objetivo de lançamento de serviços comerciais de 5G no primeiro trimestre de 2021 ficar por cumprir, operadores como a MEO, NOS e Vodafone dizem estar prontos a avançar e já têm campanhas na rua, e também existem já nas lojas mais de uma dezena de equipamentos prontos para tirar partido da quinta geração de redes móveis.
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Recentemente a NOS revelou uma parceria com o Sport Lisboa e Benfica sobre a cobertura do Estádio da Luz com rede 5G, assumindo-se como o primeiro totalmente preparado para a quinta geração móvel. Antecipando o lançamento do serviço comercial, o operador já está a fazer campanha publicitária, tendo revelado os seus produtos 5G, incluindo um serviço de streaming de videojogos e música ao vivo em realidade virtual, no evento 5G Experience by NOS.
Nota de redação: A notícia foi atualizada com mais informação. (Última atualização 19h08)
