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Maio 10, 2023No painel THE STATE OF THE NATION OF COMMUNICATIONS do Congresso da APDC, Miguel Almeida referiu que a NOS investiu 350 milhões de euros no 5G, mais o investimento nos direitos de utilização do espectro e, diretamente, “não entrou um euro”.
Dando o 4G como exemplo, sublinhou que o setor perdeu 370 milhões nas licenças e na construção das redes e reforços sucessivo de capacidade das mesmas desde 2012 até agora. “Como se mede este retorno do investimento?”, perguntou.
Ana Figueiredo defendeu que o setor precisa de previsibilidade e estabilidade regulatória para investir, porque o retorno é obtido a longo-prazo. “A abertura do ponto de vista regulatório tem que existir. Temos de saber como monetizar em cima do 5G”, acrescentou a presidente executiva da Altice Portugal.
Veja as imagens do 32º Congresso da APDC
[photo-gallery id=”344804″ thumbnails=”344956,344930,344920,344921,344922,344923,344924,344925,344878,344875,344876,344848,344849,344850,344803,344802,344792,344790,344747,344705,344833,344834,344692,344691,344690,344664,344662,344640,344635,344661,344835,344658,344653,344646,344645,344634,344644,344643,344641,344633″ layout=”linear”/]Miguel Almeida garantiu que a NOS vai cumprir as obrigações contratuais do 5G, embora considere a situação “inadmissível “É preciso estar desligado da realidade ou mal-intencionado para definir as coisas assim”, mencionou, referindo-se ao facto do regulador manter o calendário de obrigações, apesar de o processo se ter atrasado mais de um ano. “Se acabou um ano mais tarde o prazo das obrigações de cobertura também devia ter sido adiado”.
Ana Figueiredo, CEO da Altice Portugal, e Luís Lopes, CEO da Vodafone, concordaram com a crítica de Miguel Almeida, garantindo igualmente que vão cumprir com o calendário de obrigações.
