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Janeiro 22, 2020O Fórum Económico Mundial (WFO na sigla em inglês) acaba de lançar na reunião anual em Davos, na Suíça, a iniciativa Reskilling Revolution. A organização quer ajudar mil milhões de pessoas em todo o mundo a ajustarem-se às futuras mudanças tecnológicas do ambiente de trabalho até 2030.
O WFO prevê que a automação e integração tecnológica no mundo laboral seja responsável pela perda de cerca de 75 milhões de empregos nos próximos anos. No entanto, a transformação trazida pela “4ª Revolução Industrial” poderá também trazer novas oportunidades, sendo que a organização estima que serão criados 133 milhões de novos postos de trabalho.
O recém-lançado estudo Jobs of Tomorrow: Mapping Opportunity in the New Economy, do WFO em colaboração com o LinkedIn, a Coursera Inc. e a Burning Glass Technologies, revela que as mudanças vão começar a fazer-se sentir a partir de 2022. O relatório indica que a adoção de novas tecnologias fará aumentar a procura em empregos em áreas como a gestão de dados, a Inteligência Artificial, a engenharia e computação na “nuvem”.

créditos: WFO
As novas formas de emprego vão exigir competências que, atualmente, não são comuns à vasta maioria dos trabalhadores. Assim, a Reskilling Revolution tem em vista prepará-los para o futuro, requalificando-os para que se possam adaptar à mudança tecnológica.
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O projeto servirá como uma plataforma de ligação e coordenação entre iniciativas individuais de diversos países em setores como a indústria e a educação. De acordo com o WFO, os governos da Índia, de Oman, do Paquistão da Rússia e dos Emirados Árabes Unidos participarão agora no programa Closing the Skills Gap National Accelerators.
Além disso, os governos dos Estados Unidos e da França estão também a apostar em projetos de requalificação dos trabalhadores em colaboração com empresas privadas. Já são várias as organizações que vão participar na iniciativa, estando entre elas, por exemplo, a Coursera Inc., a Infosys, a LinkedIn, a PwC e o grupo Adecco. O projeto do WFO contará também com a cooperação de organizações internacionais como a UNICEF e a Generation Unlimited, das Nações Unidas, a Education Commission e a iamtheCODE.
