Opinião: A galopante (r)evolução do e-Commerce
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Julho 27, 2018O eclipse total, que vai decorrer na noite de 27 para 28 de julho, será o mais longo do século. O fenómeno tem previsão de início às 20h30 e terá uma duração de quase quatro horas, desde o início ao fim da deslocação da Lua, sendo possível assistir ao mesmo sem qualquer equipamento especial. O chamado eclipse total deverá durar uma hora e 43 minutos.
Em Lisboa os primeiros 16 minutos não vão ser observáveis, já que a Lua estará ainda abaixo do horizonte, explica o Observatório de Lisboa. Assim, a fase de totalidade será visível durante 1h27 min, desde o nascimento da Lua até ao momento em que começa a sair da umbra.
Para hoje, o Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço, o Planetário Calouste Gulbenkian, o Planetário do Porto e o Centro Ciência Viva de Constância são alguns dos locais onde se organizam sessões de observação do eclipse lunar, dos planetas e das estrelas. Quase todos os eventos têm entrada gratuita, mas o do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço. que é organizado em conjunto com o Museu de Lisboa, já tem as inscrições esgotadas.
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Também pode escolher um local sossegado, sem a saturação de luz das grandes cidades, e sentar-se a olhar o céu. Para o fenómeno ser observável, o céu tem de estar limpo e a linha de horizonte, a nascente, desimpedida. O Observatório de Lisboa tem recomendações mais detalhadas: para conseguir ver o eclipse desde o nascimento da Lua, é necessário estar num local onde seja possível ver o horizonte (sem prédios, árvores ou colinas à frente), no azimute 115º (contado de Norte para Este).
E é melhor aproveitar, até porque um fenómeno com esta duração não voltará a acontecer até 2100. Se não conseguir mesmo ver “ao vivo” há vários sites que fazem a transmissão online, em direto, como o Observatório de Greenwich.A longa duração do eclipse deve-se ao facto da Lua passar perante a parte central da sombra da Terra, mas também por estar encontra-se no apogeu, a 406 mil quilómetros da Terra. Estando no ponto mais longe da sua órbita tem uma velocidade menor.
No eclipse anterior, que durou uma hora e 16 minutos, o satélite percorreu a zona a sul da sombra do planeta, e o próximo fenómeno, previsto para janeiro do próximo ano, terá uma duração de cerca de uma hora, pela passagem a norte da mesma área.
O eclipse será igualmente especial por coincidir com a chamada “Lua de Sangue”, devido às cores vermelhas manifestadas pelo satélite. Esta acontece quando o ponto orbital da Lua se encontra mais próximo da Terra e os raios solares são refletidos pela atmosfera terrestre na superfície lunar.
Conte ainda com a possibilidade e observar Marte mais brilhante do que é habitual. O planeta vermelho vai estar alinhado em linha reta com o Sol e a Terra, o que acontece a cada dois anos, um mês e 18 dias, como explica o OAL.
Hoje Marte estará à distância mínima da Terra, na maior aproximação entre os dois planetas dos últimos 15 anos.
Nota da Redação: A notícia foi atualizada com mais informação. Última atualização 8h38.
