Vendas de automóveis elétricos na China caem quase 43% em janeiro
Fevereiro 3, 2023Ativação da Chave Móvel Digital com dados biométricos já é o principal formato de registo
Fevereiro 3, 2023Segundo os dados, esta foi a primeira vez desde 2019 que a Apple apresenta uma descida homóloga de faturação. A empresa já atingiu por várias vezes o estatuto de mais valiosa, aproximando-se de uma valorização que lhe permite entrar no exclusivo 3 trillion dollar club.
O último trimestre é particularmente importante para a empresa, por corresponder à época alta de venda de eletrónica de consumo, conjugando a Black Friday e o Natal, mas no último ano as quebras de vendas foram generalizadas. Nos smartphones, as vendas de fim de ano foram as piores de sempre. A última vez que a Apple enfrentou uma queda nas vendas do seu smartphone foi em 2020 (entre agosto e outubro), no pico da pandemia.
Além do arrefecimento económico generalizado, a empresa também foi afetada pela força do dólar e problemas na produção dos seus aparelhos na China.
Contudo, ao contrário de outras grande tecnológicas, a Apple não anunciou despedimentos em grande escala, uma vez que o seu efetivo cresceu a um ritmo menor do que o das concorrentes durante a explosão de que o setor viveu durante a pandemia do novo coronavírus.
A Apple, que tem a maior capitalização bolsista em Wall Street, sofreu uma queda importante da cotação das suas ações em 2022, mas já recuperou 20% desde o início deste ano.
Um vídeo da Statista condensa a evolução das receitas da Apple entre 2001 e 2021, alimentadas por produtos como os computadores Mac, iPhone, iPad, iPod e muito mais.
O computador Macintosh já tem quase 40 anos e o iPhone foi lançado há 16 anos por Steve Jobs, mudando o mercado de smartphones e mesmo o acesso à informação em mobilidade. Recorde a evolução do telemóvel da Apple que continua a ser um sucesso de vendas.
[photo-gallery id=”329519″ thumbnails=”117459,117460,117461,314648,314649,117464,117465,117466,117467,117468,117469,117470,117471,117479,172864,329520,234965,290358,264241,315046″ layout=”linear”/]Os dados dos analistas indicam que, entre os vários problemas da economia mundia, os resultados da Apple foram afetados também pelos constrangimentos dos últimos meses na China, onde a marca tem parte significativa da produção dos seus modelos.
Até quase ao final do ano passado, a China manteve em vigor uma política de tolerância zero à Covid-19, que continuou a levar ao encerramento pontual mas recorrente de fábricas e a limitações na gestão de recursos humanos.
A Apple foi igualmente afetada pelos protestos dos trabalhadores da Foxconn, o seu maior parceiro asiático, que em novembro enfrentou protestos violentos de grupos de trabalhadores, por alegados atrasos nos pagamentos e más condições de trabalho. Estes dois aspetos impediram a empresa de conseguir fazer chegar às lojas a quantidade de equipamentos pretendida, no maior período de compras do ano. Os constrangimentos motivaram mesmo uma comunicação ao mercado da própria Apple.
Em 2023, e tal como se espera que aconteça no resto da indústria de equipamentos, a operação da Apple será condicionada pelo abrandamento da procura e as vendas de equipamentos devem manter a tendência de descida, na comparação com o ano anterior.
