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Março 12, 2021Em janeiro, a Samsung lançou os novos smartphones Galaxy S21. Os especialistas da iFixit já deram a conhecer que o modelo base da linha não se destaca pela sua reparabilidade, com a substituição da bateria e do ecrã a serem autênticos “pesadelos” para os entusiastas das reparações DIY. Mas será que a versão Ultra do smartphone é mais fácil de reparar?
Como já é habitual, o processo de abertura do equipamento requere a aplicação de calor para amolecer o adesivo que mantém o painel traseiro colado. Os técnicos detalham que a nova configuração do módulo onde se encontram as câmaras acaba por complicar todo o procedimento.
No entanto, o módulo consegue ser separado do painel traseiro e, ao contrário do Galaxy S20 Ultra, as pequenas placas de vidro que cobrem as lentes podem ser substituídas individualmente.
[photo-gallery id=”238985″ thumbnails=”238988,238986,238987,238989,238990,238991,238992,238993,238994,238995,238996,238997,238998,238999,239000,239001,239002,239003,239004″ layout=”linear”/]O interior do Galaxy S21 Ultra é semelhante ao do modelo base da linha, se bem que existem ligeiras alterações no que toca à bobine de carregamento rápido e à antena localizada no topo do equipamento.
A motherboard e o painel onde estão as câmaras traseiras são componentes relativamente fáceis de remover. Porém, a mesma facilidade não se aplica à bateria, uma vez que a grande quantidade de adesivo requer a aplicação de álcool.
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Com a bateria removida, os técnicos notam que o sensor de impressões digitais do Galaxy S21 Ultra é 77% maior do que aquele que existe no Galaxy S20 Ultra. Na versão mais recente do smartphone, o cabo que liga o ecrã não é modular, o que complica significativamente a substituição do ecrã. Além disso, para chegar ao display em si é necessário desmontar quase todo o equipamento.
Ao todo, o Galaxy S21 Ultra alcança uma pontuação de 3 em 10 na escala da iFixit, a mesma que foi atribuída à geração anterior. Os especialistas indicam que, embora a Samsung continue a fazer melhorias às capacidades dos seus smartphones, demonstrando ambição em inovar, a reparabilidade não parece ser uma prioridade.
É verdade que o smartphone tem componentes modulares, mas toda a cola “teimosa”, as mudanças no painel traseiro e a dificuldade em remover e substituir a bateria e o ecrã continuam a ser aspetos que pesam negativamente.

créditos: iFixit
