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Agosto 25, 2020Revelados no início de agosto, os novos Galaxy Note 20 e Note 20 Ultra já chegaram ao mercado com preços que começam nos 989,90 euros e vão até aos 1.439,90 euros em Portugal. Mas, será que as “joias da coroa” da Samsung conseguem manter o registo de boas notas em matéria de reparabilidade?
Até agora, os Galaxy Buds e o Galaxy Watch3 conseguiram alcançar pontuações elevadas, no entanto, os técnicos da iFixit revelam que a história é bem diferente no caso dos novos topo de gama da fabricante sul-coreana. A presença de quantidades excessivas de adesivo, componentes difíceis de remover ou de reparar resulta em dois smartphones difíceis de consertar.
[photo-gallery id=”212908″ thumbnails=”212909,212910,212911,212912,212913,212914,212915,212916,212917,212918,212919,212920,212921,212922,212923,212924,212925,212926,212927,212928,212929,212930,212931,212932,212933,212934″ layout=”linear”/]Depois de darem uma vista de olhos ao interior dos equipamentos com a já habitual ajuda dos raios-x da Creative Electron, os especialistas puseram “mãos à obra” e começaram por abrir a traseira dos smartphones, aplicando calor para amolecer a cola.

créditos: iFixit | Creative Electron
Embora só precisassem de um tipo de chave de fendas para remover os parafusos, retirar todo o adesivo que mantém as baterias firmemente coladas aos smartphones revelou-se uma tarefa complicada. Por baixo das motherboards esconde-se uma surpresa: um sistema de arrefecimento completamente diferente daquele que a fabricante sul-coreana tem vindo a usar nos seus equipamentos.
Para absorver o calor gerado pelo processador, os técnicos esperavam encontrar uma câmara de vapor de cobre, mas depararam-se com a presença de um sistema à base de grafite. O uso da tecnologia revela-se problemático, pois em vez de arrefecer o smartphone acaba por fazer com que fique ainda mais quente do que o habitual.

créditos: iFixit
No entanto, os técnicos detalham que nem todos os smartphones têm a tecnologia de arrefecimento com grafite. Por exemplo, o modelo usado numa desmontagem feita pelo canal de YouTube iCase Mobile Service Center revela um modelo Note 20 Ultra com uma câmara de vapor de cobre. O caso torna-se ainda mais estranho, pois algumas versões internacionais, como aquela analisada pelo canal JerryRigEverything contam com sistemas de grafite.
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Outro dos aspetos negativos relaciona-se com o ecrã dos smartphones. À semelhança do que se passou com o Galaxy Note 10, o processo de troca de um ecrã que esteja partido requer uma desmontagem total do equipamento, sendo necessário mudar grande parte dos componentes que estão “agarrados” ao vidro, como o sensor biométrico de impressões digitais.

créditos: iFixit
Ao todo, e depois de muitas “dores de cabeça”, os especialistas dão aos novos Galaxy Note 20 e Note 20 Ultra uma pontuação de 3 em 10, revelando que, embora a Samsung tenha apostado na inovação, a reparabilidade não estava no topo da lista de prioridades da fabricante.
