“More Cowbell”: Elon Musk continua a esconder segredos em automóveis Tesla
Janeiro 28, 2019PT Empresas reforça aposta nas parcerias para suportar nova dinâmica no mercado português
Janeiro 28, 2019A maioria dos portugueses optaram por proteger ou impedir o acesso aos seus dados privados no telemóvel, com apenas 20% a revelarem nunca ter este cuidado. O valor é o sétimo mais elevado entre os países da União Europeia, sendo também melhor do que a média comunitária.
O relatório do Eurostat, publicado esta segunda-feira a propósito do Dia da Proteção de Dados, revela que 75% dos cidadãos da União Europeia entre os 16 e os 74 anos usam o smartphone para fins privados, embora 28% respondam que nunca restringiram o acesso aos seus dados pessoais quando descarregaram ou usaram aplicações móveis.
O valor em Portugal de quem não recorre a qualquer proteção está nos 20%, mas o pódio é da França, onde somente 10% dos utilizadores nunca limitaram o acesso aos seus dados pessoais, seguida da Alemanha (16%), em segundo, e da Holanda e do Luxemburgo (ambos com 17%).
Na ponta contrária – ou seja aqueles que não colocaram qualquer impedimento ao acesso aos seus dados – estão a República Checa (67%), seguida da Bulgária (49%) e do Chipre e do Reino Unido (ambos com 43%).
Os dados do Eurostat revelam ainda que 59% dos portugueses afirmam já terem restringido o acesso de aplicações a informação pessoal, com apenas 8% a indicarem que desconheciam essa possibilidade – a média europeia é de 7%.
Os números para Portugal dizem ainda que 3% dos inquiridos já perderam informações, fotografias ou documentos como resultado de um vírus ou malware. Indicam igualmente que apenas 20% dos inquiridos instalaram ou subscreveram um sistema de segurança depois de comprarem um smartphone novo. Os valores para a média da UE, nas duas situações, são de 5% e de 15%, respetivamente.
